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sábado, 4 de abril de 2009

Frases históricas do futebol brasileiro

Tem gente que garante que não passam de meras lendas urbanas. Outros, porém, asseguram com convicção que são todas verdadeiras. As frases abaixo resumem um pouco do folclore do futebol brasileiro. Mas, na boa: mesmo inventadas por algum criativo jornalista ou escritor, todas estas frases têm um fundinho de verdade. E são sensacionais, não acham?

"Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG."
(Mengálvio, (ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)

"Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana."
(Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)

"Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado."
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)

"As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe."
(Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)

"Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja."
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)

"O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom."
(Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)

"A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto."
(Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)

"Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol."
(Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)

"A bola ia indo, indo, indo... e iu!"
(Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)

"Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu."
(Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)

"Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola."
(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)

"No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias."
(Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)

"Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe."
(Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)

"O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente."
(João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)

"Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar."
(Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)

"Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático."
(Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)

"O difícil, como vocês sabem, não é fácil."
(Vicente Matheus)

"Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão."
(Vicente Matheus)

"O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável."
(Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Da série "Meu ouvido não é penico"

"Se o Lula é o cara, o Rio é a cidade"

“O Rio está pronto, o povo brasileiro está pronto e eu estou pronto. Eu espero que o Comitê Olímpico Internacional reconheça esta oportunidade de inspirar mais de 180 milhões de jovens da América do Sul."

Frases do Ministro do Esporte, Orlando Silva, em Londres, onde se encontra para promover a candidatura do Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos de 2016.

GP da Malásia: conheça o palco da próxima etapa do Mundial 2009 de Fórmula 1


Circuito de Sepang
Traçado: 5.543m

Número de voltas: 56 (310,408 km)
Número de curvas: 5 (esquerda) e 10 (direita)
Velocidade máxima alcançada: 330 km/h
Recorde de volta mais rápida: Juan-Pablo Montoya (Williams) - 1min34s223 (2004)
Recorde da pole position: Michael Schumacher (Ferrari) - 1min33s074 (2004)
Pole em 2008: Felipe Massa (Ferrari) - 1min35s748

Superliga feminina de vôlei finalmente começa a valer alguma coisa

Coluna Diário Esportivo, publicada na edição de 3 de abril do Diário de S. Paulo

Final antecipada agita a Superliga feminina

Quando o São Caetano/Blausiegel repatriou as campeãs olímpicas Fofão, Scheilla e Mari no começo da atual temporada, muita gente apontou o time do ABC como o principal candidato a acabar com a monotonia da Superliga feminina de vôlei, que há anos tem Rexona-Ades e Osasco/Finasa como os protagonistas na disputa do título. O desenrolar do torneio mostrou que as coisas não funcionaram tão bem assim. A perda do título dos Jogos Abertos do Interior e o fraco começo na Superliga acabaram minando o trabalho do técnico Antonio Rizola, demitido ainda em dezembro. O motivo principal seria o descontentamento das atletas com o método de trabalho do treinador. O ambiente entre as atletas também estava longe de ser o ideal, em virtude da enorme diferença salarial entre as três estrelas olímpicas e as demais integrantes do elenco, conforme o DIÁRIO revelou na época.

Mas todos estes problemas acabaram sendo superados ao longo da campanha. Fofão brilha como a melhor defensora e levantadora da competição, enquanto Scheilla desponta como a maior pontuadora da Superliga. Assim, um time que começou o torneio ameaçado pelo fantasma do fracasso, chega à semifinal diante do Osasco, com início a partir de amanhã, consciente de que fará uma espécie de decisão antecipada do principal torneio de clubes do vôlei feminino brasileiro.

De olho no retrospecto

Nem mesmo o status de ter o melhor elenco da competição, com a presença de quatro campeãs olímpicas — Paula Pequeno, Thaisa, Carol e Sassá —, deu ao Osasco a tranquilidade necessária para chegar à semifinal. O time perdeu três finais de turno para o Rexona e sofreu com os problemas de contusão de Paula Pequeno. O que pode pesar a seu favor na série contra o São Caetano é justamente o retrospecto: o time ganhou as duas partidas que disputou contra o rival ao longo da Superliga.

Duelo desigual

Já a outra semifinal, entre Rexona e Brasil Telecom (SC), que começa hoje, promete ser uma verdadeira covardia. O time carioca, comandado pelo técnico Bernardinho, tem simplesmente dez vitórias a mais do que o rival ao longo de todo o torneio. E vale lembrar que a equipe catarinense corre o risco de ser extinta após a Superliga.

Bom desempenho

É significativo o terceiro lugar obtido pela saltadora brasileira Fabiana Murer no ranking mundial da temporada indoor (em pista coberta) de atletismo. Fabiana mostrou neste início de ano um desempenho consistente, o que aumenta a expectativa para o que ela poderá fazer no Mundial de Berlim, em agosto.

Alô, CBG!

Até quando a Confederação Brasileira de Ginástica ficará alheia ao drama de Jade Barbosa, que corre o risco de nunca mais competir?

A coluna Diário Esportivo, assinada por este blogueiro, é publicada às sextas-feiras no Diário de S. Paulo

quarta-feira, 1 de abril de 2009

As dançarinas da NBA (24): Cecilia (do Dallas Mavericks)


Cecilia, nascida em Detroit (Michigan), integra o elenco das Mav Dancers pela terceira temporada consecutiva.

Esta seção, que reúne as mais belas cheerleaders da NBA, é publicada sempre às quartas-feiras.

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