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sexta-feira, 5 de março de 2010

A rainha e os bobos da corte


Coluna Diário Esportivo, publicada na edição de 5 de março do Diário de S. Paulo

Totalmente previsível o desfecho da novela para a definição do novo técnico da seleção brasileira feminina de basquete, que culminou com a escolha do espanhol Carlos Colinas para comandar a equipe em seu principal desafio de 2010, o Campeonato Mundial da República Tcheca. Mesmo sem surpresas, o final deste episódio mostrou o quanto a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) e sua diretora Hortência Marcari falharam na condução da troca de comando da seleção.

O maior de todos os pecados cometidos por Hortência, que passou algumas semanas na Europa à procura de um nome para o cargo, foi a forma como tratou o antecessor, Paulo Bassul. Desde o final da Copa América, em setembro do ano passado, já estava claro que Bassul não permaneceria no emprego. Só que como o próprio treinador afirmou à repórter Marta Teixeira, do DIÁRIO, a CBB pediu que ele não assinasse com qualquer equipe antes de uma definição da entidade. E o que ele ganhou foi um simples agradecimento pelos serviços prestados. Lamentável!

Quanto à Hortência, que como cartola está longe de repetir o brilhantismo da época em que era a Rainha do basquete, lamenta-se apenas sua tentativa de tratar a todos como verdadeiros bobos da corte, ao tentar desmentir sua entrevista ao repórter David Abramvezt, também do DIÁRIO, quando disse que o time não será convocado pelo técnico e sim por ela. Ao treinador, garantiu Hortência, caberá só treinar a equipe. Será que o desconhecido Colinas sabe onde está se metendo?

A coluna Diário Esportivo, assinada por este blogueiro, é publicada às sextas-feiras no Diário de S. Paulo

quinta-feira, 4 de março de 2010

Em clima de Copa, estrelas do futebol mundial se divertem no comercial da Pepsi

A cada quatro anos, sempre às vésperas da Copa do Mundo, as empresas gastam uma bela grana para preparar um comercial temático sobre a maior competição esportiva do planeta. A campanha publicitária da Pepsi para este ano segue a mesma toada: reuniu algumas estrelas que estarão na África do Sul a partir de 11 de junho, como Drogba, Kaká, Henry, Lampard e Messi (o russo Arshavin é a exceção) e fez um dos comerciais mais bacanas dos últimos tempos. Confira:



quarta-feira, 3 de março de 2010

CBB anuncia Carlos Colinas (quem???)
para comandar a seleção feminina

Acabou nesta quarta-feira a novela mais irritante e sem sentido da história do basquete brasileiro. Pelo Twitter, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) anunciou o nome do desconhecido espanhol Carlos Colinas como o treinador da equipe para a temporada de 2010, cujo objetivo principal é o Campeonato Mundial da República Tcheca, em setembro e outubro. Colinas fez sua carreira comandando as seleções de base da Espanha. O máximo que fez no time principal espanhol foi ter sido auxiliar-técnico que foi terceiro colocado no Campeonato Europeu de 2002.

Não se discute aqui os critérios adotados pela entidade, que já havia feito a opção por um treinador estrangeiro na seleção masculina, primeiro com Moncho Monsalve e agora com Rubén Magnano. Trata-se de uma filosofia de trabalho, que só o futuro mostrará ter sido correta ou não. O que não dá para aceitar foi a demora em definir um nome e, especialmente, o tratamento dedicado ao antecessor, Paulo Bassul.

Nos últimos meses, Bassul foi litaralmente "cozido" em banho-maria pela diretora de basquete feminino da CBB, Hortência Marcari, que até agora não mostra como cartola a mesma genialidade que exibia nos tempos em que foi uma das maiores jogadoras do mundo. Hortência pode até não admitir, mas após a Copa América, Bassul estava fora de seus planos.

Em sua cabeça, o time brasileiro não pode ficar sem Iziane, que para Hortência seria a melhor jogadora brasileira em atividade. E como Iziane não joga sob o comando de Bassul (como a arrogante jogadora deixou claro em entrevista ao Diário de S. Paulo no início do ano), nada mais lógico do que trocar o treinador. E por que a CBB levou quase seis meses para admitir que seria chamado um novo treinador para o lugar de Bassul?


Nenhum profissional merece tanto desrespeito. Em reportagem publicada nesta quarta-feira pelo Diário, assinada pela repórter Marta Teixeira, Paula Bassul foi bem claro em mostrar o jeito desastrado como Hortência e a CBB conduziram este episódio. “Quando saí da seleção, pediram para que eu não fizesse um contrato que complicasse o meu retorno. Com a mudança de rumos, estou pensando em seguir caminho diferente.” Ou seja, o sujeito deixou de arrumar um trabalho, na expectativa de continuar no anterior, e levou um belo pé na bunda. Cá entre nós, a CBB até merecia um belo processo por perdas e danos.

Foto: Divulgação/CBB

As dançarinas da NBA 2009/10 (19): Christina, do New Orleans Hornets

Christina, nascida em Chalmette (Louisiana), tem como música favorita Billie Jean, de Michael Jackson, e que adora lagostas, é uma das integrantes das Honeybees, a equipe de dançarinas do New Orleans Hornets.

Esta seção, que reúne as mais belas cheerleaders da NBA, é publicada às quartas-feiras

terça-feira, 2 de março de 2010

Confira todos os confrontos da
história entre Brasil e Irlanda

Atualizado em 3/03/10

Foram apenas seis os confrontos do Brasil contra a seleção da Irlanda. Todos os jogos foram amistosos e a seleção brasileira só perdeu uma vez, em 1987, quando era comandada pelo técnico Carlos Alberto Silva.


Abaixo, a relação das partidas:

5/05/1974 - Brasil 2 x 1 Irlanda (Rio de Janeiro - Maracanã) - Gols: Leivinha e Rivellino (Brasil) e T. Mancini (Irlanda)
27/05/1982 - Brasil 7 x 0 Irlanda (Uberlândia - Parque do Sabiá) - Gols: Falcão, Sócrates (2), Serginho Chulapa (2), Luizinho e Zico
23/05/1987 - Irlanda 1 x 0 Brasil (Dublin - Lansdowne Stadium) - Gol: Brady
18/02/2004 - Irlanda 0 x 0 Brasil (Dublin - Lansdowne Stadium)
6/02/2008 - Irlanda 0 x 1 Brasil (Dublin - Croke Park) - Gol: Robinho
2/03/2010 - Irlanda 0 x 2 Brasil (Londres - Emirates Stadium) - Gols: Andrews (contra) e Robinho

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