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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

As participações do Brasil na história
do Mundial masculino de handebol

O ponta Renato Tupan, da seleção brasileiro/Crédito: PhotoeGrafia

Começa nesta quinta-feira, com um jogo isolado entre Suécia e Chile, o 22º Campeonato Mundial masculino de handebol, que será realizado na Suécia, até o próximo dia 30. A competição, que reúne 24 seleções, divididas em quatro grupos de seis equipes, terá a participação do Brasil, que só fará sua estreia na sexta-feira, diante da Áustria.


Esta será a 10ª participação da seleção brasileira no Mundial e o currículo está muito longe de ser brilhante. A melhor colocação do Brasil ocorreu em 1999, no Egito, quando a equipe chegou até às oitavas de final, terminando em 16º lugar. Foi neste ano, inclusive, que a seleção conseguiu suas duas primeiras vitórias na história do torneio. No último Mundial, realizado na Croácia, o Brasil ficou somente em 21º lugar.

Confira abaixo a história da participação brasileira nos Mundiais masculinos de handebol:


1958 (Alemanha Oriental) - eliminado na primeira fase: 3 jogos/ 3 derrotas
1995 (Islândia) - eliminado na primeira fase: 5 jogos/5 derrotas
1997 (Japão) - eliminado na primeira fase: 5 jogos/ 5 derrotas
1999 (Egito) - 16º colocado (oitavas de final): 6 jogos/ 2 vitórias/ 4 derrotas
2001 (França) - 19º lugar (eliminado na primeira fase): 5 jogos/1 vitória/ 4 derrotas
2003 (Portugal) - 22º lugar (eliminado na primeira fase): 5 jogos/ 1 empate/ 4 derrotas
2005 (Tunísia) - 19º lugar (eliminado na primeira fase): 5 jogos/1 vitória/ 4 derrotas
2007 (Alemanha) - 19º lugar: 6 jogos/ 3 vitórias/ 3 derrotas
2009 (Croácia) - 21º lugar: 9 jogos/ 3 vitórias/ 6 derrotas

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Como o COB vai distribuir as
verbas da Lei Agnelo/Piva em 2011

Nesta segunda-feira, o COmitê Olímpico Brasileiro (COB) anunciou, através de um comunicado à imprensa, como será a distribuição dos recursos da Lei Agnelo/Piva, com base na arrecadação das loterias, para as confederações olímpicas em 2011. Segundo o comunicado do COB, "a proposta é diminuir a diferença entre as confederações que já dispõem de patrocínios e as que ainda não contam com este tipo de recurso."

Sei não. Todas as confederações tiveram um aumento na verba destinada. Até mesmo entidadses que nada receberam em 2010, ganharão um troquinho" em 2011, casos do golfe e rugby, duas modalidades que integram o programa olímpico dos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro.

A impressão que fica é que o COB decidiu abrir um pouco mais o cofre talvez com medo da concorrência de projetos alternativos de patrocínio, como o da Petrobrás - que destinará R$ 265 milhões para atletas do boxe, remo, esgrima, taekwondo e levantamento de peso -, cuja verba irá diretamente para as respectivas confederações, sem passar pelo COB.

Abaixo, os valores da verba da Lei Agnelo/Piva de cada confederação para 2011:

Atletismo - De R$ 2.825.000,00 em 2010 para R$ 3.000.000,00
Badminton - De R$ 904.000,00 para R$ 1.300.000,00
Basquete - De R$ 1.921.000,00 para R$ 2.100.000,00
Boxe - De R$ 1.582.000,00 para R$ 1.700.000,00
Canoagem - De R$ 1.808.000,00 para R$ 2.300.000,00
Ciclismo - De R$ 1.808.000,00 para R$ 2.300.000,00
Desportos Aquáticos - De R$ 2.825.000,00 para R$ 3.000.000,00
Desportos na Neve - De R$ 678.000,00 para R$ 800.000,00
Desportos no Gelo - De R$ 678.000,00 para R$ 800.000,00
Esgrima - De R$ 1.017.000,00 para R$ 1.100.000,00
Ginástica - De R$ 2.599.000,00 para R$ 2.800.000,00
Golfe - R$ 500.000,00
Handebol - De R$ 2.599.000,00 para R$ 3.000.000,00
Hipismo - De R$ 2.034.000,00 para R$ 2.900.000,00
Hóquei sobre a Grama - De R$ 904.000,00 para R$ 1.300.000,00
Judô - De R$ 2.825.000,00 para R$ 3.000.000,00
Levantamento de Peso - De R$ 904.000,00 para R$ 1.100.000,00
Lutas Associadas - De R$ 1.017.000,00 para R$ 1.500.000,00
Pentatlo Moderno - De R$ 904.000,00 para R$ 1.300.000,00
Remo - De R$ 1.808.000,00 para R$ 1.900.000,00
Rugby - R$ 500.000,00
Taekwondo - De R$ 1.130.000,00 para R$ 1.200.000,00
Tênis - De R$ 1.469.000,00 para R$ 1.800.000,00
Tênis de Mesa - De R$ 1.808.000,00 para R$ 2.300.000,00
Tiro com Arco - De R$ 904.000,00 para R$ 1.300.000,00
Tiro Esportivo - De R$ 1.469.000,00 para R$ 2.000.000,00
Triatlo - De R$ 1.356.000,00 para R$ 2.000.000,00
Vela e Motor - De R$ 2.825.000,00 para R$ 3.000.000,00
Vôlei - De R$ 2.825.000,00 para R$ 3.000.000,00

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Os eleitos pelo COB para concorrer
ao prêmio de Melhor Atleta de 2010


Murilo concorre ao prêmio de Melhor Atleta do Ano/Crédito: CBV
 O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) anunciou nesta sexta-feira quem são os atletas que concorrem ao prêmio de Melhor do Ano no Esporte em 2010. A festa acontecerá no dia 20 de dezembro, no Teatro do MAM, no Rio. No masculino, estão concorrendo Cesar Cielo (natação), Leandro Guilheiro (judô) e Murilo (vôlei), enquanto no feminino a escolha está entre Ana Marcela Cunha (maratonas aquáticas), Fabiana Murer (atletismo) e a dupla Juliana e Larissa (vôlei de praia).

As apostas do blogueiro é que Murilo, graça à conquista do tricampeonato mundial de vôlei com a seleção brasileira na Itália, será o escolhido no masculino, enquanto Fabiana, após a brilhante participação na vitória da Liga Diamante da Iaaf, irá faturar o troféu no feminino.

Os votos serão computados após uma escolha feita por um juri de jornalistas selecionados (entre os quais eu não me incluo, é bom que se diga) e através de votação popular, a partir do próximo dia 30/11, feita pela internet, através do site do COB. 

O COB anunciou ainda a lista dos ganhadores do Prêmio Brasil Olímpico, com os melhores atletas de cada modalidade:

Atletismo – Fabiana Murer

Badminton – Daniel Paiola

Basquete – Tiago Spliter

Boliche – Roberta Rodrigues

Boxe – Roseli Feitosa

Canoagem Slalom – Silvia Gnadt

Canoagem Velocidade – Nivalter Santos

Ciclismo BMX – Mayara Perez

Ciclismo Estrada – Rafael de Matos Andriato

Ciclismo Moutain Bike – Rubens Donizete de Valeriano

Ciclismo Pista – Janildes Fernandes

Desportos na Neve – Mirlene Picin

Desportos no Gelo – Fabiana Alves dos Santos

Esgrima – Cleia Guilhon

Esqui Aquático – Marcelo Giardi

Futebol – Paulo Henrique Ganso

Futsal – Alessandro Rosa Vieira (Falcão)

Ginástica Artística – Jade Barbosa

Ginástica Trampolim – Daienne Lima

Ginástica Rítmica – Angélica Kvieczynski

Handebol – Alexandra Nascimento

Hipismo Adestramento – Luiza Almeida

Hipismo CCE – Ruy Fonseca

Hipismo Saltos – Rodrigo Pessoa

Hóquei sobre Grama – Daniel Tatara

Judô – Mayra Aguiar

Karatê – Douglas Brose

Levantamento de Peso – Fernando Reis

Luta – Joice Silva

Maratona Aquática – Ana Marcela Cunha

Natação – Cesar Cielo

Natação Sincronizada – Equipe de natação sincronizada

Patinação Artística – Juliana Almeida

Pentatlo Moderno – Yane Marques

Pólo Aquático – Luiza Carvalho

Remo – Fabiana Beltrame

Saltos Ornamentais – César Castro

Squash – Rafael Alarcon

Taekwondo – Marcio Wenceslau

Tênis – Thomaz Bellucci

Tênis de Mesa – Gustavo Tsuboi

Tiro com Arco – Bernardo Oliveira

Tiro Esportivo – Felipe Wu

Triatlo – Reinaldo Colucci

Vela –  Bruno Prada e Robert Scheidt (Classe Star)

Vôlei de Praia – Juliana e Larissa

Vôlei – Seleção adulta masculina de vôlei

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Brasil vai organizar as Olimpíadas, mas se complica para fazer um Mundial de Handebol

Se já causa preocupação os desafios que o Brasil terá que superar para poder organizar as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, o que você diria se soubesse que o país já encontra problemas para organizar o Mundial de Handebol feminino de 2011?  Joinville, que seria uma das subsedes do torneio, que acontecerá no ano que vem, entre 3 e 18 de dezembro, comunicou para a Confederação Brasileira de Handebol (CBHd) que abriu mão de receber um dos grupos do torneio. O motivo alegado é de não ter recebido ainda o caderno de encargos da Federação Internacional de Handebol (FIH).

Segundo Jorge Luís do Nascimento, presidente da Fundação de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville (Felej), a cidade ficou preocupada com a falta de informações e para evitar maiores problemas, resolveu abrir mão de ser uma das sedes do Mundial. "Temos praticamente fechado o orçamento para o ano que vem. Receberíamos R$ 1 milhão para receber o Mundial, mas, sem ter clareza do caderno de encargos, achamos por bem desistir”, afirmou.

Por mais que a Federação Internacional tenha pisado na bola – e pisou mesmo –, me parece absurdo que a CBHd não tenha conseguido forçar que a entidade máxima do esporte mandasse as instruções necessárias para se organizar uma competição do porte de um Mundial. Ou, por outro lado, será que a Confederação não poderia ter encontrado uma outra forma do que expor o Brasil a um vexame destes? Vale lembrar que a CBHd todas as exigências foram entregues às cidades desde que a candidatura brasileira foi aprovada.

As sedes escolhidas para o Mundial de 2011 são, por enquanto, Balneário Camboriú, Brusque, Florianópolis e São José.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Yes, nós temos treinador!

Coluna Diário Esportivo, publicada na edição de 12 de março do Diário de S. Paulo

Parece que virou moda, quase um hit deste fim de verão escaldante em terras brasileiras. Agora, qualquer equipe olímpica que se preze tem que contar com um treinador estrangeiro comandando sua comissão técnica. Só neste início de 2010, três técnicos gringos foram contratados: no basquete, o consagrado argentino Rúben Magnano dirigirá a seleção masculina e o desconhecido espanhol Carlos Colinas será o novo comandante da equipe feminina. Já o polo aquático, bem menos badalado, já acertou a chegada do croata Goran Sablic para o time masculino e promete fechar com um holandês para chefiar a seleção feminina.

Longe de querer imitar Policarpo Quaresma e defender a mão de obra nacional com unhas e dentes, acho que a presença dos treinadores estrangeiros traz enormes benefícios ao esporte brasileiro. Aliás, nem se trata de uma novidade. Várias modalidades há anos bebem na fonte dos técnicos gringos, como o atletismo, o boxe, o handebol e a ginástica artística feminina, que por sinal evoluiu indiscutivelmente sob o comando do ucraniano Oleg Ostapenko até 2008.

Mas algo me incomoda nesta frenética abertura de mercado aos técnicos estrangeiros. Antes de fazer o investimento em trazer treinadores do exterior, os cartolas brasileiros deveriam primeiro se preocupar em preparar técnicos para trabalhar com a formação de atletas e que conheçam profundamente os problemas do esporte brasileiro. Do contrário, a contratação dos gringos será apenas uma modinha passageira.

Foto: Rubén Magnano, um dos técnicos estrangeiros que irão trabalhar no Brasil em 2010
Crédito: Gaspar Nóbrega/CBB


A coluna Diário Esportivo, assinada por este blogueiro, é publicada às sextas-feiras no Diário de S. Paulo

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Veja quais foram todos os campeões mundiais de handebol na história


Com uma consagradora vitória de 24 a 19 sobre a Croácia, depois de perder o primeiro tempo por 12 a 11, a França (na foto, de branco) conquistou neste domingo o título do 21º Campeonato Mundial masculino de handebol. Foi o terceiro título mundial dos franceses na história da competição.

Abaixo, confira a lista de todos os campeões mundial de handebol:

1938 (Alemanha) - Alemanha
1954 (Suécia) - Suécia
1958 (Alemanha Or.) - Suécia
1961 (Alemanha Oc.) - Romênia
1964 (Tchecoslováquia) - Romênia
1967 (Suécia) - Tchecoslováquia
1970 (França) - Romênia
1974 (Alemanha Or.) - Romênia
1978 (Dinamarca) - Alemanha Oc.
1982 (Alemanha Oc.) - URSS
1986 (Suíça) - Iugoslávia
1990 (Tchecoslováquia) - Suécia
1993 (Suécia) - Rússia
1995 (Islândia) - França
1997 (Japão) - Rússia
1999 (Egito) - Suécia
2001 (França) - França
2003 (Portugal) - Espanha
2005 (Tunísia) - Espanha
2007 (Alemanha) - Alemanha
2009 (Croácia) - França

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Brasil finalmente volta a vencer e termina Mundial de handebol em 21º lugar



Acreditem, a seleção brasileira masculina de handebol venceu um jogo! Pois é, depois de perder seis das oito partidas disputadas, o Brasil se despediu de forma honrosa do 21º Campeonato Mundial, que está sendo realizado na Croácia. Com 11 gols anotados por Felipe Borges, a seleção venceu o Kuwait por 27 a 24 (13 a 12 no primeiro tempo).

Este resultado deixou o Brasil na 21ª colocação da competição. Cá entre nós, uma decepção, visto que nos últimos dois mundiais, a seleção conseguiu ficar em 19º lugar. Com uma seleção renovada (apenas quatro jogadores participaram das Olimpíadas de Pequim) e sem o seu principal jogador - o armador Bruno Souza, que pediu dispensa por problemas particulares -, o Brasil regrediu.

Ainda assim, o técnico-tampão Washington Nunes encontrou um jeito de justificar a fraca campanha.
"Não iria adiantar muito trazer outros jogadores com mais experiência. Pelo menos com essa equipe já iniciamos a renovação para o ciclo olímpico. Com certeza essa garotada ganhou uma bagagem considerável aqui na Croácia".

Confira aqui os resultados e a tabela de jogos do Mundial da Croácia.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Brasil perde de novo e vai lutar só pelo 21º lugar no Mundial de Handebol

Só para variar, a seleção brasileira masculina de handebol perdeu de novo no Mundial da Croácia. Nesta segunda-feira, pelo Torneio de Consolação, perdeu da Tunísia por 34 a 33 (18 a 16 no primeiro tempo). Foi a sexta derrota brasileira em oito partidas realizadas até agora.

Nesta terça-feira, o Brasil vai lutar pela 21ª colocação diante do Kuwait, a partir das 13h (horário de Brasília), piorando assim em relação ao último Mundial, quando foi o 19º colocado.

Sem dúvida, uma campanha para se esquecer.

Confira aqui os resultados e a tabela de jogos do Mundial da Croácia.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Após incrível derrota contra o Egito, Brasil enfrenta a Rússia no Mundial de Handebol



Tudo bem que a Noruega não conseguiu derrotar a Dinamarca, mas o Brasil sequer fez a parte dele e foi eliminado no 21º Campeonato Mundial masculino de handebol. Em mais um vexame para a coleção histórica da modalidade, o desfalcado e renovado time brasileiro conseguiu a proeza de ser derrotado pelo Egito na última quinta-feira por 25 a 22 (13 a 6 no primeiro tempo).

Agora, a seleção brasileira disputará o Torneio de Consolação, que irá definir as colocações do 13º ao 24º lugares. E a estreia será neste sábado, diante da Rússia, sexta colocada nas Olimpíadas de Pequim-08 e que ficou em quarto lugar no Grupo C. Ainda nesta fase, o Brasil irá encarar as equipes da Argélia e Tunísia.


Confira aqui os resultados e a tabela de jogos do Mundial da Croácia.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Brasil torce pelos rivais para avançar no Mundial masculino de handebol

A seleção brasileira masculina de handebol, que disputa o 21º Campeonato Mundial da modalidade, que está sendo realizado na Croácia, não depende apenas de suas forças para fazer história e se classificar entre as 12 seleções que irão disputar a próxima fase, resultado que por si só seria o melhor da história do país na competição.

Além de ter que derrotar o Egito, a partir das 15h15 desta quinta-feira, os brasileiros precisarão torcer por uma vitória da Noruega sobre a forte Dinamarca, que empatariam com oito pontos.

Se a Sérvia cumprir a lógica e derrotar também a Arábia Saudita, empataria com o Brasil em seis pontos, mas a última vaga do Grupo D ficaria com a seleção brasileira, por causa do desempate no confronto direto.

Foto: o brasileiro Felipe Ribeiro, autor de novo gols na vitória sobre a Arábia Saudita, na quarta-feira
Crédito: divulgação

Confira aqui os resultados e a tabela de jogos do Mundial da Croácia.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Brasil consegue vitória histórica no Mundial de Handebol da Croácia



Depois de duas derrotas vexatórias, a seleção brasileira masculina de handebol conseguiu nesta segunda-feira sua primeira vitória no 21º Campeonato Mundial, que está sendo realizado na Croácia. O Brasil superou a Sérvia por 32 a 30 (14 a 14 no primeiro tempo), em Porec, e voltou a sonhar com chance de classificação no Grupo D.

Vale lembrar que o Brasil está disputando o Mundial desfalcado de seu principal jogador, o armador Bruno Souza, e levou somente quatro atletas que estiveram nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.

O resultado ainda tem uma importância histórica para o handebol brasileiro: foi a segunda vez em todos os tempos que o Brasil conseguiu derrotar uma seleção européia em Mundiais ou Olimpíadas. A primeira vez aconteceu em 1999, contra a Macedônia, no Mundial do Egito. "
Se antes mostramos muitas irregularidades, hoje os atletas foram disciplinados tática e tecnicamente, graças a essa vontade de vencer", disse o técnico Washington Nunes.


Confira aqui os resultados e a tabela de jogos do Mundial da Croácia.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Brasil leva surra esperada na estréia do Mundial de Handebol na Croácia

Não deu outra: como já era esperado, a seleção brasileira masculina de handebol levou uma surra bem sua estreia no 21º Campeonato Mundial de Handebol, que está sendo realziado na Croácia. Diante da tradicional Dinamarca, o Brasil perdeu por 40 a 27 (19 a 12 no primeiro tempo), neste sábado.

Mesmo com tamanha desvantagem no marcador, os brasileiros ainda encontraram espaço para reclamar da arbitragem. “Principalmente no primeiro tempo, quando todos os lances duvidosos foram confirmados a favor do adversário”, afirmou o armador direito Edinaldo, ao comentar sobre a diferença de 13 gols no placar.

Neste domingo, o Brasil pega outra pedreira: a Noruega, a partir das 13h15 (horário de Brasília).


Confira aqui os resultados da primeira rodada e a tabela de jogos do Mundial de Handebol.

Na foto, Diego Souza arremessa diante da marcação dos dinamarqueses
Crédito: divulgação

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Brasil estréia no Mundial de Handebol brigando para fugir da lanterna










Desfalcado de sua principal estrela, o armador Bruno Souza (que pediu dispensa por problemas particulares), com apenas quatro integrantes da equipe que disputou as Olimpíadas de Pequim e com um técnico-tampão (Washington Rodrigues, no lugar do espanhol Jordi Ribera), o Brasil inicia neste sábado sua participação no 21º Campeonato Mundial masculino de handebol, que será disputado na Croácia. E o único objetivo é fugir da lanterna.

Sem medo de errar, se for feita uma comparação com o futebol, o Brasil é uma Jamaica no mundo do handebol. Uma equipe que é forte no continente sul-americano, mas que fora dele não é páreo para as grandes potências do planeta, como Alemanha (atual campeã), Polônia, Dinamarca, Noruega, entre outros. No último Mundial, a seleção brasileira terminou em 19º lugar, entre 24 participantes.

O Brasil integra o Grupo D da competição, ao lado de Dinamarca, Noruega, Egito, Sérvia e Arábia Saudita. A estréia neste sábado será contra a Dinamarca, às 16h15 (horário de Brasília).

Confira aqui a tabela do Mundial masculino de handebol, cuja abertura oficial será nesta sexta-feira, com a partida entre Croácia e Coréia do Sul.


sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Pequim-08: Handebol feminino acerta a mão e comemora vitória histórica

A participação da seleção feminina de handebol nos Jogos de Pequim tinha sido marcada até ontem pelo "quase". Contra a Alemanha, na estréia, virou o primeiro tempo na frente, mas acabou perdendo por 24 a 22; diante da Hungria, o time vencia até o último segundo do jogo, quando levou o empate (28 a 28); no jogo contra a Rússia, jogou muito bem no primeiro tempo, mas foi massacrada na etapa final (28 a 19).

Nesta quinta-feira, acabou o "quase". A atuação histórica do Brasil na vitória sobre a Coréia do Sul (vice-campeã olímpica em Atenas) é mais um marco na evolução deste esporte no país, e mais uma prova de que quando há um trabalho sério, com o dinheiro do patrocinador sendo bem aplicado, os resultados aparecem.

As garotas do Brasil ainda dependem de uma vitória sobre a Suécia para passarem à próxima fase e, desta forma, tentar superar o sétimo lugar obtido em Atenas-04, o melhor da história do handebol nas Olimpíadas.

Foto: Deonise, autora de três gols na vitória sobre as corenas

Crédito: Federação Internacional de Handebol

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Pequim-08: Lambanças brasileiras

Nesta última semana pré-Jogos Olímpicos, mais do que a série de problemas que atingiram três equipes brasileiras, ficou claro que faltou um pouco mais de organização, seja por parte das próprias confederações, seja também pelo próprio Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que é quem coordena a participação olímpica do país.

Há pouco, no Sportv, um repórter entrava ao vivo da casa da judoca Andressa Fernandes, reserva imediata da meio-leve Érika Miranda, cortada na terça-feira devido a uma lesão no joelho. Apenas nesta quinta-feira Confederação Brasileira de Judô (CBJ) conseguiu confirmar a inscrição de Andressa, que embarca à tarde para Pequim, onde deverá chegar no sábado pela manhã. Sua competição está marcada para domingo.

Tudo isso seria evitado se a CBJ tivesse optado em levar para o período de aclimatação no Japão os reservas do time principal, e não a equipe junior, que se preparava para o Mundial da categoria.

Da mesma forma, chega a ser bizarro que a tão organizada Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) tenha jogado todas as fichas na improvável (como se mostrou) recuperação de Juliana, vítima de uma séria contusão no joelho. A decisão ficou nas mãos da atleta, que no final percebeu que não teria condições mesmo de jogar. Resultado: Ana Paula teve que arrumar as malas às pressas para chegar sexta-feira em Pequim e já jogar no sábado.

E o que dizer do mal-explicado caso de doping do armador Jaqson, da seleção de handebol? Se os cartolas da CBHd já tinham conhecimento do resultado do exame, por que não o dispensaram da fase de aclimatação no Japão, para já então chamar seu substituto, Alexandre Rodrigues?

É muita confusão junta em tão pouco tempo.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Pequim-08: confira os grupos do torneio olímpico de handebol

O Brasil pegará pedreira nos torneios olímpicos de handebol dos Jogos de Pequim. A seleção feminina, que classificou-se para as Olimpíadas ao conquistar o tricampeonato pan-americnao no Rio de Janeiro,e m 2007, caiu no grupo B, ao lado de Rússia (atual campeã mundial), Alemanha, Hungria, Coréia do Sul e Suécia.

Já a seleção masculina, que também garantiu sua vaga ao ganhar o Pan do Rio, integrará o grupo A, juntamente com Polônia, França, Croácia, China e Espanha.

Confira abaixo os grupos:
Torneio olímpico feminino
Grupo A:
Angola, Cazaquistão, China, França, Noruega e Romênia
Grupo B: Alemanha, Brasil, Coréia do Sul, Hungria, Rússia e Suécia

Torneio olímpico masculino
Grupo A: Brasil, China, Croácia, Espanha, França e Polônia
Grupo B: Alemanha, Coréia do Sul, Dinamarca, Egito, Islândia e Rússia

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Pequim-08: sorteio do torneio feminino de handebol está marcado para junho

A seleção brasileira feminina de handebol conhecerá apenas em junho seus adversários nas Olimpíadas de Pequim. Com o encerramento dos torneios pré-olímpicos mundiais, no final de março, foram definidos os 12 participantes que brigarão pela medalha de ouro em Pequim. O sorteio das chaves está previsto para meados de junho

O técnico da seleção feminina, o espanhol Juan Oliver (foto), admite que irá encontrar uma pedreira, independentemente do adversário que o sorteio indicar. “Todos os adversários são muito difíceis pois trata-se dos oito melhores do mundo e dos campeões de cada continente. Neste momento não posso apontar nenhum favorito ao título”, afirmou.

Os 12 classificados no torneio olímpico feminino de handebol são os seguintes:

Rússia - campeã mundial
Noruega - campeão europeu

Brasil - campeão das Américas (ouro no Pan do Rio)
Angola - campeão da África
Cazaquistão - campeão da Ásia
China - país-sede
Alemanha - pré-olímpico
Suécia - pré-olímpico
França - pré-olímpico
Coréia do Sul- pré-olímpico
Romênia - pré-olímpico
Hungria - pré-olímpico

sábado, 22 de setembro de 2007

Time tira a roupa para não fechar

A equipe feminina de handebol do Orsán Elda Prestigio, da Espanha, precisou tomar uma medida nada comum para evitar o encerramento das atividades por falta de patrocínio. O time, onde atua a brasileira Viviane Jacques, medalha de ouro no Pan-Americano do Rio, aceitou posar para a revista espanhola "Interview", conhecida por clicar celebridades nuas. Doze das 14 integrantes do elenco toparam fazer o ensaio.

Em entrevista ao site globoesporte.com, Viviane contou que o Elda, da província espanhola de Alicante, arrecadou menos da metade da verba de 680 mil euros, necessária para a disputa da temporada européia. Atuall vice-líder da Liga Espanhola, o Elda estava ameaçado de nem conseguir viajar para realizar suas partidas.

Com as fotos prontas, a prefeitura irá tentar sensibilizar os empresários locais atrás de dinheiro que evite o fechamento do clube.

Só para constar: Viviane Jacques é a terceira jogadora, de costas, da direita para à esquerda da foto

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