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sábado, 25 de dezembro de 2010

A história da unificação dos títulos brasileiros ainda vai dar o que falar

Luís Álvaro, presidente do Santos, e Salvador Palaia, vice do Palmeiras, cheios de taças e faixas/Crédito: CBF

Depois de tudo que já li e ouvi a respeito da unificação dos títulos da Taça Brasil e do Robertão como títulos brasileiro,s continuo cada vez mais convicto de que a CBF fez uma grande lambança e que só deveria ter unificado os do Robertão, enquanto que os da Taça Brasil deveriam ser equiparados com a Copa do Brasil. Mas o fato é que o assunto ainda dará muita discussão. Abaixo, post do blog do colega e amigo Paulo Vinícius Coelho, tratando com muitas propriedade sobre o tema.

Sem paixões clubísticas ou argumentos defendidos de forma cega e messiânica.

Por que fui contra a unificação dos títulos brasileiros
por Paulo Vinicius Coelho

As pessoas me encontram e perguntam: a unificação foi justa? Nos últimos anos, debatemos o assunto no Loucos por Futebol, no Bate Bola e Linha de Passe. Minha opinião foi repetida algumas vezes. Daí, no meio da discussão das últimas duas semanas, eu ter corrido o risco de debater o tema sem detalhar por que razão minha opinião foi contrária à unificação. Me parecia redundante repetir o que já disse. O risco foi não explicar corretamente o caso.
Se você acha que isso aconteceu, tento corrigir o problema abaixo.
Se já se encheu desse assunto, desculpe. Você tem todo o direito de parar sua leitura aqui.

1. Havia quatro possibilidades de lidar com a unificação: a) unificar tudo, Taça Brasil e Robertão, desde 1959; b) não unificar nada e manter o Brasileiro com início em 1971; c) unificar só o Robertão, a partir de 1967, e equiparar a Taça Brasil à Copa do Brasil; d) unificar desde 1959, mas estudar os anos de 1967 e 1968 à parte, para evitar a confusão dos dois campeões no mesmo ano, agora estabelecida. Em 1967 e 1968, era como se o Robertão fosse equivalente ao Brasileiro e a Taça Brasil à Copa do Brasil.

Todas essas possibilidades eram legítimas. Para estabelecer consenso sobre qual das quatro alternativas escolher, seria preciso estabelecer um debate com historiadores do futebol brasileiro, como Celso Unzelte, Roberto Assaf e Odir Cunha, entre outros.

2. As semelhanças e diferenças da Taça Brasil: A Taça Brasil foi o primeiro torneio nacional de clubes com continuidade. É possível dizer que o Torneio dos Campeões, promovido pela Federação Brasileira de Futebol e vencido pelo Atlético Mineiro em 1937 (há referência no hino do Galo à taça, com o verso "Nós somos campeões dos campeões") foi o primeiro torneio nacional, ainda que só tenha envolvido quatro estados. Mas o Torneio dos Campeões não teve sequência.

Apesar disso, a Taça Brasil tinha formato de Copa, com as primeiras fases disputadas regionalmente. Isso dá legitimidade a quem entende que o torneio deveria ser equiparado ao Brasileiro, como também dá argumento a quem defende a equiparação com a Copa do Brasil. Lembre-se que, como a Taça Brasil, a Copa do Brasil dá vaga na Libertadores desde sua primeira edição, em 1989. Diferente da Taça Brasil, a Copa do Brasil nunca foi o torneio nacional mais importante de sua época. Mas mesmo em 1959, para grande parte dos torcedores, era mais importante ser campeão paulista ou carioca do que vencer o torneio nacional.

3. As semelhanças e diferenças do Robertão: O Robertão ganhou esse apelido por uma razão objetiva. Torneio Roberto Gomes Pedrosa era o nome oficial do Torneio Rio-São Paulo. Quando o Cruzeiro ganhou a Taça Brasil de 1966 e evidenciou que o futebol brasileiro não era mais dominado apenas pelo eixo Rio-Sã Paulo, decidiu-se ampliar o Rio-São Paulo. No primeiro ano, 1967, entraram clubes de MG, RS e PR. Pernambuco e Bahia ingressaram na segunda edição, em 1968. O Rio-São Paulo ampliado, ou o Roberto Gomes Pedrosa grande, virou o Robertão.

O torneio teve representatividade de Campeonato Brasileiro. Mas há uma diferença, ainda que sutil, na transformação do Robertão em Campeonato Nacional, a partir de 1971.
Ao anunciar a CRIAÇÃO do Campeonato Nacional, em fevereiro de 1971 (veja, a criação foi anunciada em fevereiro pelo presidente João Havelange e o Nacional começou em agosto), a CBD estabeleceu três divisões, com acesso e descenso. É fato que o acesso e o descenso jamais se cumpriram, por causa do uso político do futebol, representado pela frase "Onde a Arena vai mal, um clube no Nacional." Mas com oito estados representados na Primeira Divisão (o Ceará entrou) e todos os demais estados onde se praticava futebol profissional representados nas divisões de acesso, o Campeonato Nacional era, a partir de 1971, Nacional mesmo. Um clube da Paraíba poderia ser campeão de 1973, em teoria.
O Robertão era um torneio inter-estadual, com apenas sete estados representados.
A Taça Brasil era um torneio nacional, sem dúvida. Disputado em formato de Copa.

4. Manter o critério do Brasileiro com início em 1971: Essa possibilidade também era legítima e era a minha. Sem negar a importância das edições de Taça Brasil e Robertão, não seria preciso mudar a nomenclatura para valorizá-los. Não é preciso chamar Dom Pedro I de Presidente da República para entender que o Imperador era o homem mais importante do Império. Não era preciso chamar o campeão da Taça Brasil e do Robertão de Campeão Brasileiro, para entender que ganhou o título nacional mais relevante de sua época.

O título nacional mais importante. Ressalte-se mais uma vez: para muitos torcedores, os estaduais tinham mais importância do que o Nacional, naquela época.

A história do futebol brasileiro não começou em 1971.

A história do futebol brasileiro também não começou em 1959.

A história do futebol brasileiro começa em 1894 e estabelece campeonatos importantes a partir de 1902, com os Estaduais. Mais tarde, a partir de 1923, com o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais.

Essa história não está esquecida. Nem precisa ser equiparada aos títulos nacionais de clubes do presente.

5. A obrigatoriedade do debate: A discussão para a unificação se deu com base no dossiê elaborado pelo jornalista Odir Cunha, remunerado pelos clubes interessados na unificação. Durante muito tempo, usou-se a palavra "reconhecimento". Estava errado. Os títulos de Taça Brasil e Robertão sempre foram reconhecidos. Sempre se disse que o Santos foi cinco vezes campeão da Taça Brasil, uma vez do Robertão e duas do Campeonato Brasileiro.

Mas nunca se debateu as quatro hipóteses formatadas no primeiro tópico: unificar tudo, não unificar nada, unificar só o Robertão ou unificar desde 1959 discutindo à parte os anos de 1967 e 1968.

Desse ponto de vista, é que a discussão sempre me pareceu clubística.

O anúncio da unificação, na quarta-feira, não fez as pessoas conhecerem uma história perdida. Fez apenas com que torcidas se orgulhassem de um número maior do que possuíam até a véspera. O santista comemora oito títulos brasileiros, mas poucos sabem detalhar a história desses títulos. O palmeirense, idem. Na prática, a unificação representa apenas a mudança do número de títulos brasileiros, sem nenhuma consequência na cultura do torcedor de futebol sobre a história de seu país.

Sem contar a absoluta falta de consenso sobre a decisão.

Se a CBF criasse uma comissão para estabelecer, em três meses digamos, qual o critério a ser usado para a unificação e estudar as quatro hipóteses apresentadas acima, se essa comissão tivesse legitimidade, certamente o anúncio teria melhor repercussão. O Brasil sairia com uma solução de consenso e espalharia a história de seu futebol para as gerações mais jovens.

6. O único ponto positivo: A quem gosta de história, vale se debruçar sobre os detalhes da Taça Brasil e Robertão. Isso vale. Mas pouca gente vai fazer isso. Em 2003, encomendei uma pesquisa sobre todas as fichas técnicas de todos os jogos de todas as Taças Brasil e todos os Robertões. Paguei do meu bolso uma pesquisa que levantou 80% das informações.

Em meu arquivo, tenho todas as fichas de todos os jogos do Robertão, entre 1967 e 1970.
E todas as fichas de todos os jogos de Taça Brasil, mas aqui com alguns buracos, nas partidas disputadas por clubes do eixo Norte-Nordeste. As fichas de jogos do Bahia estão bem cobertas. O Ceará, o ABC, a Tuna Luso, não estão. Mas o arquivo possui todas as fichas de todos os jogos de Grêmio, Inter, Atlético Mineiro, Cruzeiro, Palmeiras, Santos (São Paulo e Corinthians não disputaram nenhuma edição da Taça Brasil), Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo e Coritiba. Essa pesquisa é o que permite dizer que Pelé é o nono artilheiro do Brasileirão unificado, com 99 gols, como exposto abaixo, neste mesmo blog.

Com o perdão de parecer prepotente, é absurdo que a CBF anuncie a unificação e, no momento seguinte, admita que não possui tal pesquisa, ainda que incompleta, como é o caso da minha.

Fazer com que mais gente conheça a história do Robertão e da Taça Brasil é o ponto positivo da unificação dos títulos brasileiros. Mas qualquer decisão deveria ter sido tomada com base num debate que levasse em conta o que está aqui exposto.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Os caminhos de Flamengo, Palmeiras
e São Paulo na Copa do Brasil 2011


Não é segredo para ninguém que para três times, o ano de 2010 deveria ser riscado da história. Para Flamengo, Palmeiras e São Paulo, a temporada futebolística que está próxima de se encerrar só trouxe dor de cabeça. Todos os três começaram o ano cheios de planos ambiciosos e no final, acumularam prejuízos, derrotas doloridas e o maior de todos os micos: ficaram de foram da Copa Libertadores, que traz consigo prestígio nacional e internacional, além de um belo reforço financeiro.

No final, o que sobrou foi a disputa da Copa do Brasil, torneio pra lá de charmoso, mas que perde muito de sua força graças à estúpida determinação da CBF em não deixar que os times que participam da Libertadores também disputem o mata-mata nacional .

Justiça seja feita, parte desta culpa cabe à Conmebol, que também por burrice não coloca a Sul-Americana sendo disputada ao mesmo tempo que a Libertadores, o que liberaria datas para todos disputarem a Copa do Brasil. Enfim, veja abaixo quem Flamengo, Palmeiras e São Paulo encaram na primeira fase da Copa do Brasil.

Confira aqui a tabela da primeira fase da Copa do Brasil 2011:

16/2
Bangu (RJ) x Portuguesa (SP)
Fast (AM) x Fortaleza (CE)
União Rondonópolis (MT) x Guarani (SP)

Horizonte (CE) x ASA (AL)
Iraty (PR) x Grêmio Prudente (SP)
Botafogo (PB) x Vitória (BA)
Ceilândia (DF) x Caxias (RS)

Santa Helena (GO) x Uberaba (MG)
Naviraiense (MS) x Santo André (SP)
Gurupi (TO) x Paraná (PR)
Vitória (ES) x Goiás (GO)
São Domingos (SE) x Bahia (BA)
Murici (AL) x Flamengo (RJ)

Treze (PB) x São Paulo (SP)

17/2

Ypiranga (RS) x Coritiba (PR)

23/2
River Plate (SE) x Botafogo (RJ)
Guarani (SP) x União Rondonópolis (MT)*
Cuiabá (MT) x Ceará (CE)
Águia de Marabá (PA) x Brasiliense (DF)
Brusque (SC) x Atlético-GO (GO)
Rio Branco (AC) x Atlético-PR (PR)
Barras (PI) x ABC (RN)
Trem (AP) x Náutico (PE)
São José (RS) x Paulista (SP)
Peñarol (AM) x Paysandu (PA)
Vilhena (RO) x Avaí (SC)
Rio Branco (ES) x Ipatinga (MG)
Baré (RR) x Ponte Preta (SP)
Corintians (RN) x Santa Cruz (PE)
IAPE (MA) x Atlético-MG
Comercial (PI) x Palmeiras (SP)

Comercial (MS) x Vasco (RJ)
Fortaleza (CE) x Fast (AM)*
ASA (AL) x Horizonte (CE)*
Grêmio Prudente (SP) x Iraty (PR)*
Vitória (BA) x Botafogo (PB)*
Caxias (RS) x Ceilândia (DF)*
Uberaba (MG) x Santa Helena (GO)*
Santo André (SP) x Naviraiense (MS)*
Portuguesa (SP) x Bangu (RJ)*
Bahia (BA) x São Domingos (SE)*
Paraná (PR) x Gurupi (TO)*
Goiás (GO) x Vitória (ES)*


24/2
Coritiba (PR) x Ypiranga (RS)*
Sampaio Correa (MA) x Sport (PE)
Flamengo (RJ) x Murici (AL)*
São Paulo (SP) x Treze (PB)*

2/3
Ponte Preta (SP) x Baré (RR)*
Atlético-PR (PR) x Rio Branco (AC)*
Brasiliense (DF) x Águia do Marabá (PA)*
Atlético-GO (GO) x Brusque (SC)*
Sport (PE) x Sampaio Corrêa (MA)*
ABC (RN) x Barras (PI)*
Náutico (PE) x Trem (AP)*
Paulista (SP) x São José (RS)*
Paysandu (PA) x Peñarol (AM)*
Ceará (CE) x Cuiabá (MT)*
Ipatinga (MG) x Rio Branco (ES)*
Santa Cruz (PE) x Corintians (RN)*
Atlético-MG (MG) x IAPE (MA)*
Palmeiras (SP) x Comercial (PI)*

3/3

Vasco (RJ) x Comercial (MS)*
Avaí (SC) x Vilhena (RO)*
Botafogo (RJ) x River Plate (SE)*

*Obs: segundo jogo só será disputado se o time visitante ganhar por dois ou mais gols de diferença

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Da série "Recordar é viver"

Post publicado originalmente em 24/03/2009

Equipe do Bahia, campeão da primeira Taça Brasil, disputada em 1959/Crédito: Museu dos Esportes


Clubes querem reescrever a história do futebol brasileiro. Mas será que é justo?

Reunião ocorrida nesta terça-feira no salão nobre do Estádio Palestra Itália lançou um dossiê que reivindica o reconhecimento, por parte da CBF, como campeões nacionais. Seriam computados, caso o dossiê seja aprovado, os títulos obtidos por Santos, Palmeiras, Cruzeiro, Botafogo, Bahia e Fluminense pela Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa (Robertão) como títulos nacionais. Isso transformaria Santos e Palmeiras nos maiores campeões brasileiros, com oito conquistas cada um.

A minha opinião escreverei mais abaixo. Mas o companheiro Paulo Vinícius Coelho, da ESPN Brasil e da Folha de São Paulo colocou um post bem
coerente e lúcido a respeito do tema em seu blog. Registro aqui o trecho que considero o mais esclarecedor sobre esta polêmica: "Bahia, Santos, Palmeiras, Cruzeiro, Botafogo e Fluminense ganharam títulos extremamente relevantes entre 1959 e 1970. Ganharam a Taça Brasil, irmã mais velha da Copa do Brasil, e o Robertão, irmão mais velho do Brasileiro. Mas não se deve incluir esses títulos na galeria dos campeões brasileiros.
Quem conhece a história, sabe a importância de cada um deles.
Para quem desconhece, equiparar ou não não faz a menor diferença."


Particularmente, sou contra a ideia destes seis clubes. Não faz o menor sentido comparar estes títulos, mesmo sob o argumento de que eram competições que classificavam seus campeões para a Taça Libertadores.


Só abriria uma exceção: o Robertão, cuja fórmula de disputa se assemelha demais ao Brasileirão da era pré-pontos corridos. Já a Taça Brasil segue o modelo da atual Copa do Brasil (aí sim poderia ser feito o reconhecimento dos títulos).

domingo, 28 de novembro de 2010

Um exercício matemático sobre como ficaria o Brasileirão com o sistema de médias

Termina mais uma rodada do Campeonato Brasileiro, a penúltima, e o que não faltou foi polêmica. Tem gente inconformada com o Palmeiras por não ter se esforçado diante do Fluminense, outros revoltados porque o Vasco fez a mesma coisa diante do Corinthians. Sem contar o que já havia ocorrido na semana passada, no 4 a 1 do Fluminense diante do São Paulo. E como consequência disso tudo, uma saraivada de críticas ao sistema de disputa do campeonato, em pontos corridos.

Em conversa com alguns colegas, e inspirado numa sugestão dada em uma coletiva pelo técnico Paulo César Carpegiani, do São Paulo, surgiram algumas ideias para minimizar a balbúrdia ocorrida nas rodadas finais do torneio - que, na minha opinião, tem mais a ver com o caráter das pessoas do que com o sistema de disputa. Além da marcação de clássicos regionais nas últimas rodadas, para tentar evitar a marmelada, e se o Brasileirão adotasse o sistema de média de pontos, como existe na Argentina?

Bem, o blogueiro aqui resolveu encarar o desafio e fez algumas contas. Vamos a elas:



Para efeito de classificação, adotei o mesmo sistema usado pelos "hermanos", que pega as três últimas temporadas, soma os pontos das equipes e divide pelo número de jogos disputados em cada uma delas. E usei ainda os seguintes critérios:

  1. Em azul, os times classificados para a Libertadores, conforme o sistema atual (na Argentina, classificam-se os campeões do Clausura, Apertura e os três melhores na soma de pontos em uma temporada);
  2. Resolvi classificar o Grêmio para a Libertadores-11, por não achar que o Goiás não ganhará do Independiente na final da Sul-Americana e por entender que o Botafogo não conseguirá derrotar o Tricolor gaúcho no Olímpico, domingo que vem;
  3. Em amarelo, os oito clubes que estariam classificados para a Sul-Americana;
  4. Em bege, os times na zona de rebaixamento
Entre as conclusões mais interessantes que pude constatar deste simples exercício matemático, estão que:


  • O Avaí não estaria brigando para fugir do rebaixamento e sim garantido na Sul-Americana do ano que vem;
  • O Goiás não estaria rebaixado;
  • Guarani e Grêmio Prudente, ambos com campanhas ridículas, já estariam rebaixados;
  • Vasco e Atlético-GO, se fosse adotado o mesmo sistyema de playoff na Argentina, jogariam sua permanência na elite do futebol brasileiro com Bahia e América-MG, respetivamente 3º e 4º colocados da Série B;
  • E por fim, o que achei mais interessante em toda esta numeralha, é perceber que o Vasco teria disputado as últimas rodadas do Brasileiro com muito mais vontade do que de fato disputou. Inclusive neste jogo contra o Corinthians

sábado, 27 de novembro de 2010

Os novos integrantes da Série A-2011

Coritiba
Fundação: 12/10/1909
Participações na Série A: 29 (de 1971 a 80, 84 a 89, 93, 96 a 2005, 08 a 09)
Melhor colocação: 1 vez campeão (1985)
Jogos: 741
Vitórias: 275
Empates: 201
Derrotas: 265
Gols pró: 876
Gols contra: 865
Última participação na Série A: 2009

Figueirense
Fundação: 12/06/1921
Participações na Série A: 13 (1973, 75 a 76, 78 a 79, 2000, 02 a 08)
Melhor colocação: 7º lugar (2006)
Jogos: 386
Vitórias: 126
Empates: 119
Derrotas: 141
Gols pró: 480
Gols contra: 533
Última participação na Série A: 2008



Bahia
Fundação: 1º/01/1931
Participações na Série A: 31 (de 1971 a 97, 2000 a 03)
Melhor colocação: 1 vez campeão (1988)
Jogos: 688
Vitórias: 228
Empates: 225
Derrotas: 235
Gols pró: 777
Gols contra: 826
Última participação na Série A: 2003



América-MG
Fundação: 30/04/1912
Participações na Série A: 14 (de 1971 a 79, 86, 93, 98, 2000 a 01)
Melhor colocação: 7º lugar (1973)
Jogos: 269
Vitórias: 68
Empates: 90
Derrotas: 111
Gols pró: 274
Gols contra: 340
Última participação na Série A: 2001

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