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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Do blog do José Cruz: Autoridade Pública Olímpica cria 484 cargos. Salários
variam de R$ 1.000 a R$ 22.000

Do blog do José Cruz - 27/09/2010


Com a edição irregular da Medida Provisória 503, criando a Autoridade Pública Olímpica, o governo não interrompe os trabalhos que já vinham sendo realizados.

Isso porque uma MP começa a vigorar assim que o presidente assina e o Congresso tem 120 dias para votar.


Logo, a APO volta a existir de fato. Irregular, ilegal, inconstitucional, mas existe.


E por quê?


Para que os dirigentes do Ministério do Esporte de hoje possam garantir espaço no governo de amanhã.


Aprenderam com os cartolas, que não desgrudam o traseiro da cadeira. Não querem dar chance à novas idéias, novas mentalidades. Nada! Querem ser os mesmos. Sempre. Perpétuos.


Mais: assim agindo, garantem os 484 cabides de empregos criados pela MP, com salários que variam de R$ 1 mil a R$ 22 mil.



CARGO/VALOR R$ (entre parentesis, o número de vagas para cada cargo)

Cargo Direção Executiva (1) -
22.100,00

Cargo Direção Executiva (1) - 21.000,00
Cargo de Direção Técnica (6) - 20.000,00
Cargo de Superintendência (29) - 18.000,00
Cargo de Supervisão (92) - 15.000,00
Cargo de Assessoria I (35) - 15.000,00
Cargo de Assessoria II (20) - 18.000,00
Função Téc. Gratificada I (100) - 1.000,00
Função Téc.Gratificada II (100) - 3.000,00
Função Téc. Gratificada III (100) - 5.000,00

Sergio Baresi vive em que planeta?

Crédito: Vipcomm


"É possível [chegar à Taça Libertadores] porque os pontos que faltam para disputarmos são diretamente com nossos concorrentes"

Sergio Baresi, técnico interino do São Paulo, que certamente está abalado diante das horrorosas atuações de sua equipe no Campeonato Brasileiro, como a derrota de 4 a 2 para o Grêmio na última quarta-feira. Afinal, só alguém neste bestado pode acreditar que o São Paulo tem chance de alguma coisa em 2010

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

As dançarinas da NFL 2010/11 (7):
Carrie, do Jacksonville Jaguars




Carrie, de 19 anos, nascida em Jacksonville (Flórida), estudante de estética e cosmética, adora música country, é fã de reallity shows e do filme "Meninas Malvadas", integra pela primeira temporada o elenco das dançarinas do Jacksonville Jaguars.

Esta seção, que reúne as mais belas cheerleaders da NFL, é publicada às quartas-feiras (por enquanto)

Prêmio para a incompetência

Iziane, a cara da seleção no Mundial da Rep. Tcheca/Crédito: CBB

Parabéns, CBB! Parabéns Carlos Nunes, presidente da CBB! Parabéns, Hortência Marcari, diretora de basquete feminino da CBB! Parabéns Iziane, a craque diferenciada que não aceita ficar no banco de reservas...

O Brasil, que acaba de ser derrotado pela República Tcheca e está eliminado do Mundial feminino de basquete, pagou um preço alto demais pela sua incompetência em se preparar para o futuro. Os dirigentes, não importa a gestão, não se tocaram que um dia a geração de ouro formada por Paula, Hortência (a jogadora, não a péssima dirigente), Janeth, Marta etc, iria acabar. Não se preocuparam em criar um trabalho de base decente, em criar condições para ter um campeonato nacional decente. Nada foi feito e o que é pior, nada parece que será feito.

Na conta da atual administração da CBB, ficará marcada a atrapalhada troca de comando na seleção feminina e da forma pela qual isso aconteceu; a fritura pública a que o ex-técnico Paulo Bassul foi submetido; a escolha de um espanhol (Carlos Colinas) sem capacidade de comandar a seleção brasileira; e a aposta em um elenco envelhecido e com uma jogadora como Iziane, sem condição moral de vestir novamente a camisa do Brasil.

O basquete feminino brasileiro vai brigar agora do 9º ao 12º lugar. Pelo que a seleção apresentou na República Tcheca, está bom demais.

Este é o organizado vôlei brasileiro?

Comentário do blog: se isso aí ocorresse no basquete, caia até o presidente da CBB...

Do UOL - 29/9/2010


Primeiro treino do Brasil em Ancona tem repórter em quadra e tietagem de zebra


Roberta Nomura
Em Ancona (Itália)


Após um dia sem trabalho com bola, a seleção brasileira masculina foi fazer o reconhecimento do ginásio Palarossini, em Ancona, nesta quarta-feira. O primeiro treino na nova casa do Brasil no Campeonato Mundial teve a participação de repórter de TV para suprir a ausência de Marlon e tietagem da zebra Camarões.


Marlon ainda se recupera de problemas de saúde. O levantador está com suspeita de Doença de Crohn (inflamação crônica no intestino) e o resultado da biópsia realizada deve sair até esta quinta-feira. Mesmo se tiver uma recuperação clínica, o jogador deve perder toda a segunda fase porque ainda está debilitado e de 4 a 5 kg mais magro.


Em Verona, a comissão técnica convidou Maurizio Latelli, do time local, para render Marlon em um treino. O jogador italiano se revezou em quadra com o brasileiro. Ao ter a confirmação da ausência de Marlon, Bernardinho descartou improvisar e disse que esperava contar sempre com atletas emprestados.


Nesta quarta-feira, o repórter do canal Sportv Alexandre Oliveira foi o escolhido por Bernardinho. O ex-levantador utilizou o uniforme do médico da seleção Álvaro Chamecki para participar da atividade. O jornalista atuou como jogador profissional de 1990 a 2005 e chegou a ser campeão da Superliga pela Unisul na temporada 2003/2004, quando era reserva de Marcelinho. Na ocasião, Bruninho era o terceiro levantador.


"Em qualquer bola eles falavam, elogiavam. Mas eu acertei algumas boas e eles viravam e diziam: 'muito bom'. Os caras foram superligais. Foi inesquecível. Quando você começa a carreira profissional tem a intenção de chegar à seleção, mas falta alguma coisa. E quando você para de jogar, está do outro lado para contar histórias, recebe um convite assim. Foi muito bom poder ajudar. Pena que foi tão rápido", disse Alexandre Oliveira.

Érika dá um toco na autocrítica


A pivô Érika, em ação contra a Coreia do Sul/Crédito: CBB

“Coloquei toda a minha força e raiva naquele lance. Isso é para calar a boca de muita gente no Brasil que tem nos criticado”
Érika, pivô da seleção brasileira feminina, em declaração dada ao canal Sportv após a vitória sobre o Japão, na última terça-feira, mostrando que para ela, o basquete apresentado pelo Brasil no Mundial da República Tcheca tem sido exuberante

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Comemore, mas com moderação

Jogadoras brasileiras comemoram após ganhar do Japão/Crédito: CBB

Tudo bem, foi uma vitória emocionante e que trouxe um inegável sentimento de alívio. Mas o triunfo do Brasil sobre o Japão nesta terça-feira por 93 a 91, na prorrogação, pelas oitavas de final do Campeonato Mundial feminino de basquete, na República Tcheca.

Mais uma vez foi um sofrimento acompanhar a seleção brasileira em quadra. Em nenhum da partida a equipe de Carlos Colinas tomou as rédeas do jogo. É inconcebível que tenha sido necessário tanto sofrimento para superar uma equipe aplicada e rápida, é verdade, mas com média de altura visivelmente inferior.

O próprio lance que defniiu a vitória do Brasil foi graças a esta vantagem física, com o bloqueio feito pela pivô Érika - que teve uma atuação excelente, diga-se de passagem, marcando 32 pontos e recuperando 18 rebotes - sobre a japonesa Oga, melhor jogadora da equipe asiática.

Esta vitória pode ter pelo menos o mérito de devolver a autoconfiança às jogadoras brasileiras. Nesta quarta, o desafio será nem mais indigesto: elas precisam ganhar da República Tcheca para prosseguirem com chance de medalha no Mundial.

Cá entre nós, missão quase impossível.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Uma vitória inesquecível.
E um diploma que foi rasgado

Festa brasileira em Sydney/00, diante das russas./Crédito: CBB
Com a mesma clareza com que enxergava as melhores jogadas dentro de quadra, Magic Paula, agora na condição de espectadora e blogueira do portal R7, tenta colocar um pouco de lucidez - e também otimismo - em sua forma de analisar o desempenho do Brasil no Campeonato Mundial feminino de basquete que está sendo realizado na República Tcheca. Mesmo dsepois das ridículas atuações da equipe comandada pelo espanhol Carlos Colinas, Paula ainda vê uma chance de reação.

"Passar a borrocha e esquecer o que passou nesta fase. O Mundial recomeça na segunda-feira para o Brasil. Que bom, ainda tem uma chance", escreveu Paula no Twitter, pouco depois da derrota para a Espanha, no sábado. Um dia antes, após a partida contra a Coreia do Sul, ela fez uma referência a um passado de tão boas lembranças para o basquete brasileiro. "Quando ganhamos em 94, começamos a primeira fase da mesma maneira. Jogando nada."

É fato que a história nunca se repete. Isso vale também para o esporte. Não é porque o Brasil começou mal o Mundial de 94 e depois foi campeão que o mesmo ocorrerá este ano. Se fosse assim, eu teria motivos de sobra para achar que a seleção ganhará a partida desta tarde contra a Rússia, na abertura da segunda fase.

Pois ainda hoje está mais do que nunca viva na minha memória um incrível duelo entre Brasil e Rússia, pelas Olimpíadas de Sydney, em 2000. Eu estava na Austrália, fazendo a cobertura dos Jogos pelo extinto site de esportes SportsJá! e vi de perto a dificuldade com a qual a seleção se classificou para as quartas de final. Nas últimas duas partidas, duas derrotas, para França e Canadá, e jogando muito mal. O adversário no primeiro mata-mata seria a forte Rússia, que ficou em segundo na outra chave, atrás apenas dos EUA.

Ao lado de outros colegas brasileiros, fomos para o ginásio, já com o espírito preparado para ver a eliminação da seleção. Só que aquele jogo foi diferente. O Brasil incrivelmente jogava bem, não deixava as russas deslancharem no placar. Tanto que o primeiro tempo terminou com somente um ponto de vantagem para elas (39 x 38). E no segundo tempo a coisa continou do mesmo jeito, com todas as bolas brasileiras caindo, com todos os rebotes sendo recuperados. As russas não estavam acreditando.

Mas nos últimos segundos de jogo, a Rússia comandava o marcador, 67 x 66. Até que no último lance do jogo, mais um rebote sobrou para a pivô Alessandra, que debaixo da tabela fez os dois pontos que deram à vitória ao Brasil. Simplesmente emocionante! Dentro de quadra, as russas, favoritíssimas, não acreditavam no que viam, enquanto as brasileiras se abraçavam e choravam diante do milagre.

Já na tribuna de imprensa do ginásio de Sydney, blocos de anotação e canetas eram jogados para o alto, diplomas eram devidamente rasgados e um bando de jornalistas emocionados pôde testemunhar de perto um dos últimos momentos de orgulho do basquete do Brasil.

domingo, 26 de setembro de 2010

Isso é incrível: vôlei brasileiro
tem crise de amadorismo

Bruninho é o único levantador do Brasil no Mundial da Itália/Crédito: CBV

A seleção brasileira masculina de vôlei, que hoje deve encerrar sua participação na primeira fase do Campeonato Mundial da Itália com nova vitória diante de Cuba, está passando por uma baita saia-justa: não conta, neste momento, com um reserva para a posição de levantador.

Em razão de Marlon estar afastado com suspeita da Doença de Crohn (inflamação crônica intestinal), o único jogador para a posição entre os convocados pelo técnico Bernardinho é Bruninho, que nos últimos jogos nem vinha atuando como titular. Como o estado clínico de Marlon piorou na sexta-feira à noite, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) tentou junto à FIVB efetura a troca, mas a entidade negou. A alegação é que o prazo final tinha se esgotado na sexta-feira à tarde.

Resultado: Bruninho é o único levantador do time e nem há a possibilidade de ser poupado durante a forte sequência de jogos. Ou seja, só resta torcer para que ele não sofra nenhuma lesão e que Marlon se recupere o mais rápido possível.

Só que, pelo visto, Marlon já estava com este problema há um bom tempo, ainda na fase de preparação. Melhorava um pouco e depois voltava a sentir os sintomas. Por que não fizeram todos os exames no jogador antes do prazo limite das inscrições? Será que não teria sido melhor a CBV, que normalmente está anos-luz à frente das demais modalidades esportivas brasileiras em termos de organização, ter se precavido e trocado o atleta? CBV pisou na bola feio neste caso.

É futebol profissional ou várzea?


 Maurício Assumpção, presidente do Botafogo, irritado com a entrevista do técnico Luiz Felipe Scolari a respeito das condições do vestiário no Engenhão.


“As instalações para os dois lados são precárias, falta lugar para se trocar, armários, ganchos para colocar as roupas, uma série de coisas mínimas”
Luiz Felipe Scolari, detonando com as condições do Engenhão

“Quero me desculpar com Felipão. Na próxima vez ele encontrará o vestiário do jeito que gosta, bem daquele jeito que deixou antes de sair. O estado era lamentável, com muita sujeira e indigno para se usar. Falar mal do quarto melhor estádio do mundo é falta de educação”

Do blog Esporte Fino: Até quando, Andrés?

Post publicado no blog Esporte Fino, por Otavio Maia

Em 27 de agosto, Andrés Sanchez afirmou sem nenhum pudor que o seu principal objetivo naquele momento era impedir que o Morumbi, estádio do seu maior inimigo político, o São Paulo, fosse palco de jogos da Copa do Mundo de 2014.


Três dias depois, cravou com orgulho que a CBF havia apoiado a realização de partidas do Mundial em Itaquera, no futuro estádio do Corinthians, sem nem mesmo ver o projeto do empreendimento. Quis dizer que o seu clube tinha credibilidade, mas conseguiu mesmo foi escancarar que a indicação não se balizou por nenhum critério técnico, para ser sutil.


Nesta semana, Andrés meteu o nariz onde não foi chamado. Insinuou que o São Paulo era o responsável pela estranha saída de Dorival Junior da Vila Belmiro – como se o treinador tivesse forçado a própria demissão por supostamente ter acertado com o clube do Morumbi.


O jornalista Ricardo Perrone escreve hoje em seu blog no UOL que, no dia da queda de Dorival, um cartola corintiano ligou para a Vila Belmiro e alertou que o São Paulo já havia conversado com o técnico para avisar que as portas do clube estavam abertas.


A diretoria do Santos, já de cabeça quente, teria confiado na informação e se irritado ainda mais com o treinador, que cairia pouco depois. O Tricolor seria o próximo alvo da ira que tomou conta do clube da Baixada, mas uma surpresa fez o cenário mudar.


Após a notícia da demissão, o São Paulo bancou Sérgio Baresi e deu de ombros para Dorival, que acabou indo parar no Galo. Os dirigentes do Morumbi podem não ser anjos na Terra, mas a lógica nos conta que se o clube tivesse acertado antecipadamente com o treinador do Peixe, como insinuou Andrés, o desfecho da história forçosamente teria de ser outro.


Segundo escreve Perrone, “um conflito entre Santos e São Paulo seria interessante para Andrés não só por arrumar um problema para Juvenal Juvêncio, seu desafeto. O atrito também minaria a aproximação dos santistas com a diretoria do Clube dos 13, do qual Juvenal é vice-presidente. O Santos, como o Corinthians, votou na última eleição no opositor Kléber Leite.”


É verdade que pode haver muito mais entre o céu e a Terra nesse caso do que sabemos até o momento. Mas não dá para acreditar que o cartola corintiano quis se intrometer na história por pura benevolência e simpatia pelo outro alvinegro.


Andrés pode, sim, estar sendo bom para o Corinthians. Além de ter montado bons times e resgatado a autoconfiança do clube, iniciou ações de marketing bem-sucedidas que fizeram ecoar com mais força o centésimo aniversário da instituição. Por outro lado, o dirigente resume a deselegância e outros adjetivos que fazem tão mal ao futebol – e que aliás não são privilégio dele.


Até quando vai durar? Que a propalada renovação do futebol nacional não fique apenas no nível de jogadores e técnicos. É duro de aguentar...

sábado, 25 de setembro de 2010

A programação das oitavas de final da Copa Sul-Americana


Após ganhar uma importância que nunca teve, graças à vaga destinada ao seu campeão para a Libertadores de 2011, a Copa Sul-Americana de 2010 começa a entrar na fase decisiva. A Conmebol anunciou nesta última sexta-feira a programação dos jogos das oitavas de final.

Para Palmeiras e Avaí, o sorteio acabou sendo bastante generoso, pois ambos decidirão as vagas para as quartas de final em casa, diante de Universitário de Sucre (Bolívia) e Emelec (Equador), respectivamente.

Abaixo, a programação dos jogos das oitavas, com os respectivos horários:

Ida
28/09 - 21h15 - Defensor (URU) - Independiente (ARG)
29/09 - 21h15 - Banfield (ARG) - Deportes Tolima (COL)
06/10 - 21h15 - Newell's Old Boys (ARG) - San José (BOL)
12/10 - 20h15 - Unión San Felipe (CHI) - LDU (EQU)
13/10 - 19h30 - Goiás (BRA) - Peñarol (URU)
13/10 - 22h - Atlético-MG (BRA) - Independiente Santa Fé (COL)
13/10 - 22h - Emelec (EQU)- Avaí (BRA)
14/10 - 21h15 - Universitário de Sucre (BOL) - Palmeiras (BRA)

Volta

12/10 - 21h30 - Deportes Tolima (COL) - Banfield (ARG)
19/10 - 20h30 - Independiente (ARG) - Defensor (URU)
19/10 - 23h - LDU (EQU) - Unión San Felipe (CHI)
20/10 - 19h30 - Peñarol (URU) - Goiás (BRA)
20/10 - 22h - Palmeiras (BRA) - Universitário (PER)
20/10 - 22h - Independiente Santa Fé (COL) - Atlético-MG (BRA)
21/10 - 20h15 - Avaí (BRA) - Emelec (EQU)
21/10 - 22h45 - San José (BOL) - Newell's Old Boys (ARG)

Confira aqui a tabela completa e todos os resultados da Copa Sul-Americana 2010.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Brasil faz história no Mundial feminino de basquete. Mas bem que poderia não ter feito

A pivô brasileira Érika tenta um arremesso no complicado jogo contra Mali/Crédito: CBB

Post atualizado e corrigido

Nesta última quinta-feira Hortência Marcari, uma das maiores jogadoras do basquete feminino brasileiro em todos os tempos e também do mundo, fez aniversário. Comemorou 51 anos de idade em Brno, na República Tcheca, onde acompanha, como diretora da CBB, a participação do Brasil no Campeonato Mundial. Mas o presente que Hortência recebeu das jogadoras da seleção não foi, digamos assim, muito agradável. Primeiro, a derrota incrível para a Coreia do Sul, por apenas um ponto de diferença. E nesta sexta, uma vitória, obtida num sufoco desgraçado, diante do limitado time de Mali. O placar: 80 a 73 para as brasileiras.

Se a dificuldade em quadra já foi algo digno de se lamentar, o resultado trouxe ainda uma marca negativa para entrar na história. Pela primeira vez desde que as equipes africanas começaram a participar dos Mundiais femininos, em 1971, no no Brasil, uma delas conseguiu fazer mais do que 70 pontos em uma paretida da fase de classsificação. E coube a Mali tal feito, justamente contra o Brasil.

Levar um sufoco diante de um país sem tradição alguma no basquete e que vem de um continente que só ganhou seis partidas na história dos Mundiais, demonstra bem o estágio em que se encontra o basquete feminino brasileiro. O que se viu em brno nesta sexta-feira foi assustador. Um time ora apático, ora afobado; sem conexão entre as jogadoras, que viam as bravas meninas do mali ganharam um rebote atrás do outro (foram 46 de Mali contra somente 28 do Brasil). E as africanas ainda conseguiram ganhar o terceiro quarto.

Arrisco a dizer que o basquete feminino brasileiro corre um risco muito grande de passar pela mesma estiagem de bons resultados que assola o masculino há mais de 15 anos. E a culpa e única e exclusiva da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) e de todos os seus presidentes que por lá apareceram desde o surgimento da geração de ouro feminina, com Paula, Hortência, Janeth e Marta.

Qual foi o trabalho sério de renovação e busca por novos talentos feito em todos estes anos? Qual o projeto de massificação do basquete pelo Brasil? Qual foi a estrutura dada aos clubes para se criar uma liga nacional forté, que permitisse que nossas melhores atletas ficassem por aqui? Nada, zero!

Hoje em dia, há sérios problemas nas categorias de base do Brasil. Há meninas que não sabem os fundamentos mais básicos, como fazer uma bandeja ou a postura correta de umn arremesso. E não é um jornalista que jamais jogou basquete profissionalmente que está falando isso. Jogadoras da atual seleção já demonstraram, em conversas reservadas, sua preocupoação com isso.

Enquanto isso, a CBB prefere buscar no exterior o que não encontra aqui dentro. mas trazer um espanhol desconhecido e atrapalhado como este Carlos Colinas, de currículo extremamente modesto, não é a solução. Nem para longo prazo.

Embora tenha uma certa parcela de culpa pelo que está ocorrendo na Répública Tcheca, Hortência não merecia um presente de aniversário como foram estes jogos contra Coreia e Mali.

Dez informações legais para você acompanhar o Mundial masculino de vôlei



  1. Esta será a 17ª edição do Mundial masculino de vôlei. A primeira delas foi realizada em 1949, na cidade de Praga, na então Tchecoslováquia. A União Soviética ficou com o título.
  2. A Rússia, herdeira esportiva da extinta União Soviética, é o único país que participou de todas as edições do Mundial masculino. O Brasil esteve presente em 14 edições da competição, participando pela primeira vez em 1956, na França, quando terminou em 11º lugar.
  3. A Itália está organizando o Mundial masculino pela segunda vez na história - a primeira foi em 1978. Mas outros países também receberam a competição em pelo menos duas ocasiões. Foram eles: Tchecoslováquia (1949 e 1966), URSS (1952 e 1962), França (1956 e 1986), Brasil (1960 e 1990), Argentina (1982 e 2002) e Japão (1998 e 2006).
  4. Comandante no bicampeonato mundial, em 2002 e 2006, o técnico Bernardinho poderá entrar para a história do esporte brasileiro caso sua equipe conquiste o tricampeonato. Nenhum treinador do país em esportes coletivos foi três vezes campeão mundial. Atualmente, Bernardinho está empatado com Togo Renan Soares, o Kanela, que foi bicampeão com a seleção masculina de basquete em 1959/63.
  5. O jogador mais alto que estará em quadra neste Mundial é o russo Muserskiy, com 2m17. O mais baixo é o japonês Yusuke, com 1m73. O mais alto brasileiro na competição é Leandro Vissotto, com 2m12
  6. O mais velho a entrar em quadra será o porto-riquenho Rodriguez, com 41 anos e dois meses. O mais novo é Leon, de Cuba - 17 anos e um mês
  7. Ninguém jogou mais vezes por uma seleção nacional que o australiano Hardy. Ele já entrou em campo 404 vezes pela Austrália. O brasileiro Giba é o terceiro jogador com maior número de partidas internacionais: 308
  8. A primeira vez que o Mundial de vôlei (masculino e feminino) foi transmitido pela TV foi em 1974, no México (masculino) e Japão (feminino).
  9. O Mundial masculino de 2014 está marcado para a Polônia, enquanto que a edição feminina será realizada na Itália
  10. Os jogos do Mundial masculino de vôlei serão transmitidos para o Brasil pelo canal a cabo Sportv

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A já esperada demissão de Luxemburgo. Ou como jogar um belo currículo na lata de lixo

Capa do livro "É Campeão! A montagem de um time vencedor", de uma época em que o treinador Luxemburgo ainda despertava admiração

"Saio triste por nunca ter deixado um clube numa situação dessas. Torço para que esses jogadores consigam tirar o Atlético-MG do rebaixamento". Com um rápido pronunciamento, sem permitir a perguntas dos jornalistas, Vanderlei Luxemburgo viu encerrar-se nesta quinta-feira sua passagem como técnico do Atlético-MG. E de forma melancólica, diga-se de passagem, ao ver sua equipe ser goleada por 5 a 1 pelo Fluminense e afundar ainda mais na zona de rebaixamento do Brasileirão.

Mais do que uma ponta de tristeza por ver o trabalho interrompido com a sensação de fracasso, Vanderlei Luxemburgo deveria é mesmo fazer uma reflexão muito profunda dos caminhos que sua carreira vem tomando nos últimos anos.

Aquele Luxemburgo criativo, ousado, que sabia mudar o rumo de um jogo com uma simples alteração, aquele técnico não existe mais. Ficou perdido no limbo, nos almanaques, na memória afetiva dos torcedores.

Depois de sua frustrada passagem no Real Madrid, Luxemburgo só vem acumulando fracassos. Ganha, no máximo, alguns campeonatos estaduais, de importância bem reduzida no contexto futebolístico atual.

A excessiva preocupação em participar de todos os aspectos ligados a um clube de futebol (especialmente contratação de jogadores), transformando-se numa versão mal acabada do que seria um verdadeiro maneger, vem tirando a atenção de Luxemburgo daquilo que ele sabe fazer melhor: dirigir um time dentro de campo.

Seria bom que agora, quando engrossa a lista de técnicos desempregos do futebol do Brasil, que Vanderlei Luxemburgo desse um tempo, fizesse uma reflexão sobre o rumo que sua carreira está tomando. Uma parada para tomar um fôlego, antes que o futebol pare de vez com aquele que já foi o melhor técnico do Brasil.

Confira aqui o vai-e-vem dos técnicos do Brasileirão.

A profunda análise de Carlos Colinas




"Sabíamos que se o jogo fosse para o final
nós poderíamos perder, como foi o caso de hoje"

Carlos Colinas, técnico espanhol que comanda a seleção brasileira feminina de basquete, em uma análise mais do que óbvia sobre o desempenho da equipe na péssima estreia no Campeonato Mundial da República Tcheca, após a derrota para a Coreia do Sul.

Confira aqui a tabela e os resultados do Mundial feminino de basquete

Mundial feminino de basquete: perigo à vista

Adrianinha falhou no momento decisivo do jogo contra a Coreia/Crédito: CBB

Não poderia ter sido pior a estreia da seleção feminina de basquete no Campeonato Mundial da República Tcheca. Sinceramente, não sei ainda o que foi pior: a derrota para uma equipe frágil, porém aplicada, como a Coreia do Sul, ou a verdadeira lambança tática promovida pelo espanhol Carlos Colinas, o técnico escolhido pela CBB (leia-se Hortência Marcari) para comandar a equipe, no lugar de Paulo Bassul.

É inaceitável, sob qualquer argumento, que a seleção brasileira perca uma partida marcando apenas 60 pontos. É mais inaceitável ainda que uma jogadora com a experiência da armadora Adrianinha perca uma bola como aquela, nos segundos finais de jogo. Sem contar que Iziane e Érika, as jogadoras de maior qualidade técnica na seleção, ainda estão desentrosadas, por culpa do calendário maluco da Fiba, que marcou o início do Mundial próximo das finais da WNBA.

É bom Carlos Colinas abrir o olho. Nesta sexta-feira, contra Mali, a obrigação é vencer, e por uma bela margen de pontos. Dpeois, no sábado, diante da forte Espanha, seja o que Deus quiser. Está pintando uma classificação em terceiro lugar na chave, o que atrapalhará bastante os planos das brasileiras para avançar no Mundial.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Agora aguenta, Neymar!

A demissão do técnico Dorival Junior do Santos, por causa da briga com o atacante Neymar, transformou o jovem e mimado craque do peixe na sensação do Twitter desta quarta-feira:

Alguns posts que fizeram referência ao #neymarfacts:

  • Neymar demitiu hoje o Papa do Vaticano. Segundo Neymar quem manda em Santos é ele
  • Neymar foi para o Bope e Capitao nascimento pediu para sair
  • Se o Neymar fosse do Flamengo, ele ja tinha soltado o Bruno e prendido o delegado!!!
  • Se o Neymar for pro BBB e for eliminado, quem sai é o Pedro Bial
  • Neymar deu UNFOLLOW no Dorival JR
  • O mundo ia acabar em 2012, mas Neymar quer jogar a Copa de 2014... Fim do mundo adiado!
  • O Neymar pediu um Big Mac no Bobs, e foi atendido
  • Diretoria do Santos aguarda autorização de Neymar para fechar com novo treinador
  • O neymar foi aprendiz do Chuck Norris
  • William Bonner começará o Jornal Nacional agora dizendo: boa noite, Neymar!
Confira aqui o vai-e-vem dos técnicos neste Campeonato Brasileiro

As dançarinas da NFL 2010/11 (6):
Tessa, do Indianapolis Colts



Tessa, nascida em Carmel (Indiana), trabalha como assistente administrativa, adora o filme "Quase Famosos", se considera uma "pessoa divertida" e que jamais iria para uma ilha deserta sem seu marido, Ipod e protetor solar, é integrante das dançarinas do Indianapolis Colts

Esta seção, que reúne as mais belas cheerleaders da NFL, é publicada às quartas-feiras (por enquanto)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A Copa do Mundo é nossa (10)

Do portal Copa 2014

Brasil é país-sede mais atrasado
na Copa das Confederações


A 33 meses do torneio-teste, preparação brasileira já é mais lenta que Japão/Coreia e Alemanha


Diego Salgado - São Paulo

Desde que a Fifa utiliza a Copa das Confederações como evento-teste para o Mundial, a organização brasileira para a edição de 2013 já é a mais atrasada. A 33 meses do torneio, nenhum dos 12 estádios tem obras em estágio avançado.


A situação é inversa à Alemanha (2005) e Japão/Coreia (2001), que tinham ao menos duas arenas prontas a pouco mais de três anos da competição. O atraso brasileiro só se compara ao da África do Sul, cujas quatro arenas do torneio preparatório foram concluídas a poucos meses do pontapé inicial.


No Brasil, Cuiabá é a sede mais avançada. Mesmo assim, o Verdão ainda está na fase de fundações, um estágio inicial da construção. Fortaleza, Natal e Recife, sem obras, são as capitais mais atrasadas. Já Curitiba e São Paulo ainda não confirmaram seus estádios.


A demora no início da reforma ou construção dos estádios de 2014 preocupa. O próprio COL (Comitê Organizador da Copa) estima em 30 meses o prazo mínimo para erguer uma arena. O Engenhão, construído para o Pan-2007, levou três anos e meio para ficar pronto.


Alemanha e Ásia
A edição alemã era a mais avançada quando faltavam 33 meses para a Copa das Confederações. Em setembro de 2002, quatro dos 12 estádios do Mundial estavam adequados ao padrão da Fifa.


Na Ásia, em 2001, seis estádios abrigaram as partidas. Em meados de 98, Yokohama já tinha seu estádio pronto. Os demais foram inaugurados às vésperas da estreia entre França e Coreia do Sul. Mesmo assim, as arenas japonesas de Osaka e Miyagi, preteridas pela organização, foram concluídas em maio de 96 e março de 2000, deixando à Fifa duas cartas na manga.


Critério
A análise das últimas três edições da Copa das Confederações mostra que a Fifa possui um padrão para a escolha dos estádios do torneio. Das 15 arenas usadas desde 2001, 11 receberam jogos até as oitavas de final da Copa do Mundo.


Dois abrigaram partidas de quartas de final: o Ellis Park, em Johanesburgo, e o Waldstadion, em Frankfurt. Na Ásia, o estádio da decisão do terceiro lugar, de Daegu, e o da final da Copa (Yokohama), também participaram da Copa das Confederações.


Nunca um estádio que ficou fora Mundial abrigou jogos da competição preparatória. Isso praticamente inviabiliza a participação da Arena Palestra, da Grêmio Arena e do próprio Engenhão no torneio que testa o Brasil para o Mundial.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Os efeitos da MP assinada pelo presidente Lula para o esporte olímpico brasileiro


O presidente Lula e os medalhistas dos Jogos da Juventude, David Lourenço e Flávia Gomes
Crédito: Divulgação

Ao assinar nesta segunda-feira a Medida Provisória que altera a forma do repasse dos recursos da Lei Agnelo/Piva e de incrementos no Programa Bolsa Atleta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva causará uma pequena revolução naquele que sempre foi o Calcanhar de Aquiles do Comitê Olímpico Brasileiro (COB): a distribuição das verbas provenientes dos recursos das loterias.

Pelo formato original da lei, o COB e o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) tinham autonomia para a distribuição das verbas. A partir de agora, o ministério do Esporte terá um papel importante neste processo e assim, as confederações só receberão os recursos se assinarem um contrato gerencial com metas a serem cumpridas.

Na prática, está criado algo que Carlos Nuzman, presidente do COB, nunca gostou muito de fazer: estabelecer metas de resultados. "O Comitê nunca aceitou isso. O próprio Nuzman sempre disse que não faria previsões de medalhas. Agora o esporte olímpico vai ter que mostrar a contrapartida. Claro que a contrapartida não aparecerá. Para formar uma geração olímpica precisam de, pelo menos, por estudos internacionais feitos, uns 12 anos. Como a contrapartida não virá, ele vai acabar tomando pancada", prevê Alberto Murray Neto, advogado, membro do TAS (Corte Arbitral do Esporte), diretor da Ong Sylvio de Magalhães Padilha e principal opositor ao trabalho de Nuzman à frente do COB.

As 12 convocadas da seleção brasileira feminina de basquete para o Mundial 2010

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURAL


4- Adrianinha Pinto – Armadora – 31 anos – 1,70m – Club Atletico Faenza (Itália) – São Paulo
5- Helen Luz – Ala/Armadora – 37 anos – 1,76m – Americana (SP) – São Paulo
6- Karen Gustavo– Ala – 26 anos – 1,77m – Americana (SP) – São Paulo
7- Franciele Nascimento – Pivô – 22 anos – 1,87m – Burgos (Espanha) – Paraná
8- Iziane Marques – Ala – 28 anos – 1,82m – Besiktas (Turquia) – Maranhão
9- Damiris Amaral – Pivô – 17 anos – 1,92m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – São Paulo
10- Sílvia Gustavo – Ala – 28 anos – 1,83m – Catanduva (SP) – São Paulo
11- Fernanda Beling – Ala – 27 anos – 1,86m – Ourinhos (SP) – Minas Gerais
12- Palmira Marçal – Ala/Armadora – 26 anos – 1,73m – Catanduva (SP) – Paraná
13- Alessandra Oliveira – Pivô – 37 anos – 2,00m – Botas (Turquia) – São Paulo
14- Érika Souza – Pivô – 28 anos – 1,97m – Perfumerías Avenida (Espanha) – Rio de Janeiro
15- Kelly Santos – Pivô – 30 anos – 1,92m – Besiktas (Turquia) – São Paulo


COMISSÃO TÉCNICA


Diretora: Hortencia Marcari
Administrador: Bruno Gomes de Valentin
Técnico: Carlos Colinas
Assistente técnica: Janeth Arcain
Assistente: Isaac Fernandez
Preparador Físico: Clovis Haddad (Vita)
Médico: Paulo Roberto Szeles
Fisioterapeutas: Milena Perroni e Adriane Vanin
Massagista: Camila Longo

Mundial 2010: seleção brasileira feminina
de basquete encara a hora da verdade


Com os cortes de Micaela e Tássia, além das chegadas de Iziane e Érika, a seleção brasileira feminina de basquete começa a sua semana mais importante em 2010. Nesta quinta-feira, com o início do Campeonato Mundial da República Tcheca, o Brasil, poderá comprovar se a troca no comando da equipe, com a chegada do desconhecido espanhol Carlos Colinas para substituir Paulo Bassul.

A principal incógnita é saber como se comportará este time brasileiro, sob a batuta de Colinas, reforçado por Iziane e Érika, que acabaram de conquistar o vice-campeonato na WNBA pelo Atlanta Dream. A expectativa é queo time melhore, especialmente depois do desempenho no Torneio de Picardie, na França, semana passada.

Nesta competição, o time brasileiro terminou com somente uma vitória, diante da Argentina, por um surpreendente placar apertado de 77 a 71. Depois, amargou derrota para a França, atual campeã europeia (69 x 59) e por fim uma inacreditável derrota para o Japão, por 83 a 71, adversário para o qual o Brasil não perdia em um torneio oficial da Fiba há 43 anos e cuja pivô mais alta tem 1m83!

A aposta brasileira neste Mundial é bem alta. O time só conta com o talento de Janeth Arcain fora das quadras, atuando como auxiliar de Carlos Colinas. O time é mesclado por garotas inexperientes, porém com potecial, como a jovem pivô Damiris, com as veteranas Helen Luz e Alessandra Oliveira, ambas com 37 anos. O fator de desequilíbrio a favor do Brasil poderá ser justamente a presença da dupla Iziane/Érika.

Agora, só resta torcer!

domingo, 19 de setembro de 2010

O tênis brasileiro merece ficar
na segundona da Copa Davis

Jogadores indianos comemoram a vitória no confronto contra o Brasil/Crédito: Marcelo Ruschel

A imagem de Thomaz Bellucci entregando o jogo para o indiano Somdev Devvarmann por porblemas físicos, na madrugada deste domingo, pelo confronto da respecagem para o Grupo Mundial da Copa Davis, simboliza de forma bastante significativa o atual estágio do tênis brasileiro no atual cenário internacional: um país sem forças para voltar a integrar a elite da modalidade e reviver os tempos gloriosos e não tão distantes de Gustavo Kuerten, quando, acredite se quiser, o tênis era motivo de discussão em bares e merecia manchetes do Jornal Nacional.

A desistência de Bellucci, que em caso de vitória teria colocado o Brasil de volta ao Grupo Mundial da Davis, acabou jogando a responsabilidade nas costas de Ricardo Mello, o número dois do país, que acabou perdendo por 3 sets a 0 para Rohan Bopanna, sacramento a vitória da Índia e a consequente classificação para a primeira divisão da Davis. Já o Brasil, que está distante da elite desde 2003, tentará novamente no ano que vem.

Desta vez, chegou muito perto, especialmente por ter feito 2 a 0 logo na sexta-feira, após suas vitórias de Bellucci e Mello. Mas a derrota esperada no jogo de duplas no sábado colocou a Índia de volta ao jogo. e neste domingo, deu no que deu.

Mas que ninguém lamente demais mais este resultado negativo. Embora tenha colecionado alguns bons resultados recentemente,o tênis brasileiro está pagando um preço bem alto pela sua incompetência. Ou alguém acha que pode passar impune o fato de contar com um dos maiores tenistas do mundo, como era Gustavo Kuerten, e nada fazer para massificar o esporte e assim descobrir novos talentos?

Sem contar que boa parte da crise do tênis veio ainda quando Guga jogava, mas no auge da briga política com o ex-presidente da CBT, Nélson Nastás, destituído da entidade por problemas em sua administração, marcada pelo boicote dos principais tenistas do pais numa disputa da Zona Americana da Copa Davis em 2004.

A derrota para a Índia neste domingo, por mais dolorida que tenha sido, só demonstra que o tênis do Brasil ainda pagará muito tempo por seus erros. Ah, antes que alguém me chame de corneteiro injusto: os brasileiros, Bellucci e Mello, ocupam respectivamente o 27º e o 75º lugares no ranking mundial. E foram superados por Devvarman e Bopanna, que estão em 113º e 479º lugares da lista da ATP.

Não é preciso dizer mais nada.

Reformas do Maracanã para a Copa de 2014 ainda não têm licença da prefeitura

De "O Globo" - edição de 18/09/2010
Por Luiz Ernesto Magalhães



Iniciadas oficialmente há quase um mês, as reformas necessárias para preparar o estádio do Maracanã para a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 ainda não têm licença da prefeitura. Esse é um dos motivos para desde agosto as intervenções ficarem restritas a demolições de estruturas, como das arquibancadas do anel inferior, que podem ser executadas sem o documento.

A Empresa de Obras Públicas (Emop), responsável pelos serviços, por sua vez, alega que não há motivos para preocupação e que irá cumprir os cronogramas. A Fifa fixou a data de 31 de dezembro de 2012 como prazo-limite para todas as obras dos estádios estarem concluídas.

O pedido de autorização só foi protocolado na Secretaria municipal de Urbanismo (SMU) no dia 27 de agosto, duas semanas depois de a Secretaria Estadual de Obras assinar o contrato com o Consórcio Maracanã, vencedor da licitação, que pediu R$ 712 milhões para realizar os serviços. O processo, porém, caiu em exigência na Coordenadoria de Licenciamento de Projetos Especiais da SMU. Na edição de hoje do Diário Oficial do Município, foram listados 16 itens a serem cumpridos.
Um dos itens que faltam é o aval do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) O órgão, na verdade, já foi consultado, mas os engenheiros ainda negociam com o Iphan um acordo em relação ao projeto para a cobertura, um dos itens mais caros do projeto. A estrutura tem um custo estimado em R$ 100 milhões.
"Não há qualquer problema em relação às reformas internas. Mais ainda estamos discutindo qual a altura ideal dos pilares que vão sustentar a cobertura do estádio. O Iphan deseja que eles sejam mais baixos", disse o superintendente do órgão, Carlos Fernando de Andrade.


No despacho publicado no DO, a SMU pede que sejam anexados ao processo documentos para atender “exigências preliminares”. Entre outras exigências estão: indicar o que será demolido e construído; juntar plantas arquitetônicas que identifiquem todos os compartimentos, escadas, portas e janelas. A prefeitura também requisitou os projetos das novas rampas e de um reservatório para o reaproveitamento das águas das chuvas, a ser construídos.
O presidente da Emop, Ícaro Moreno Júnior, considerou rotineiro o fato de o projeto ainda não ter sido licenciado. "Nós licitamos as obras com base nas informações que constavam em um projeto básico, o que é permitido pela legislação. Uma das responsabilidades do consórcio vencedor é desenvolver o projeto executivo (que detalha o que será feito), que serve de base para a concessão da licença", explicou Ícaro Moreno.


O presidente da Emop explica que nesta fase a licença não seria necessária, já que pelo seu cronograma as reformas só devem começar em 30 dias. O presidente do CREA, Agostinho Guerreiro, no entanto, criticou a Emop. "Iniciar serviços sem licença não deveria jamais acontecer, até para evitar imprevistos que possam elevar os custos. Isso indica, mais uma vez, falta de planejamento de curto, médio e de longo prazo", disse Guerreiro.

sábado, 18 de setembro de 2010

Pai e empresário de Neymar revoltados
com a nova punição aplicada pelo Santos



“Estão pintando o meu filho como um monstro. Estou cansado de hipocrisia (...) Pelo amor de Deus, deixem o Neymar em paz”
Neymar Silva Santos, pai do craque santista, em entrevista à rádio Eldorado/ESPN


"Após o fato houve a reflexão e o arrepdendimento. Foi massacrado pelo Rene Simoes, pela midia...e agora é punido novamente. Tudo tem um limite."
Wagner Ribeiro, empresário de Neymar, desabafando no Twitter

Observação do blogueiro: não seria mais fácil se, ao invés de reclamarem da nova punição ao atacante Neymar, que está afastado do jogo contra o Guarani, neste domingo, os dois se preocupassem em dar um pouco de educação ao mimado craque santista?

Thierry Henry, o trapalhão

A fase não anda mesmo das melhores para o atacante francês Thierry Henry. Primeiro, foi a famosa ajeitadinha com a mão que ajudou no gol que classificou a França para a Copa do Mundo da África do Sul e transformou Henry numa espécie de vilão do planeta, tal a quantidade de críticas que recebeu, pela falta de espírito esportivo.

Depois, a própria campanha ridícula dos franceses no Mundial, que culminou com a eliminação ainda na primeira fase da competição sem nenhum vitória e somente um ponto conquistado.

 Por fim, a transferência para o New York Red Bulls no início da temporada - que se por um lado encheu os bolsos do atacante, também significa claramente o início do fim de sua carreira, porque jogar na MLS é o fim da picada!

Mas não é que o francês conseguiu aprontar mais uma? Na partida diante do Dallas FC, ao comemorar um gol de sua equipe, Henry foi chutar a bola de novo para as redes, mas acabou acertando o pé do goleiro adversário, Kevin Hartman. Com o impacto, Hatman sofreu uma lesão no ligamento do joelho direito e foi substituído.

"Foi estúpido tudo isso", disse Henry, todo sem graça. Ah, jura que foi? Veja o vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões.

Para internautas, campanha brasileira no Mundial da Turquia foi apenas razoável

Embora algumas pessoas tentem valorizar o resultado - que de fato mostrou evolução em relação a 2006 -, a participação da seleção brasileira no Campeonato Mundial masculino de basquete da Turquia não despertou grandes paixões no torcedor. Pelo menos foi isso que ficou detectado após enquete realizada pelo blog.

A maioria absoluta dos internautas (73%) avaliou que a participação do Brasil na Turquia foi apenas regular. Já outros 27%, bem mais críticos, entendem que o desempenho do time comandado pelo argentino Rubén Magnano acabou decepcionando. Nenhum internauta avaliou que a seleção teve uma participação ótima ou boa.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Brasil caiu no ranking da Fiba

Tiago Splitter em ação no Mundial da Turquia
Apesar de ter melhorado muito sua performance em relação ao Mundial de 2006, a seleção brasileira masculina de basquete caiu no último ranking divulgado pela Fiba. O nono lugar obtido no Mundial da Turquia deixou o Brasil na 16ª posição, duas abaixo em relação à lista anterior.

Contribuíram para a queda do Brasil a subida da Turquia, vice-campeã mundial, que passou de 18º para 6º, e a Rússia, que está em 11º (ocupava a 17ª posição antes do Mundial).

A liderança do ranking da Fiba passou para os EUA, com a Espanha em segundo. A Argentina, antiga líder, está em terceiro.

Confira abaixo os 10 primeiros do ranking da Fiba:

  1. EUA - 892 pontos
  2. Espanha - 720 pontos
  3. Argentina - 665 pontos
  4. Grécia - 489 pontos
  5. Lituânia - 462 pontos
  6. Turquia - 301 pontos
  7. Itália - 300 pontos
  8. Sérvia - 234 pontos
  9. Austrália - 224 pontos
  10. China - 219,7 pontos
Obs: o Brasil ocupa a 16ª posição, com 161,6 pontos

Confira a lista completa no site da Fiba

Vai bem a natação brasileira, hein?

Do blog do nadador Eduardo Fischer

Não sei se de conhecimento de todos que aqui visitam (http://www.eduardofischer.com.br), que a CBDA (Confederação Brasileira de Desportes Aquáticos) tem um grande patrocinador: A EMPRESA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS, que doravante chamaremos apenas por CORREIOS. Esse patrocínio é mantido de há muito tempo e, representa a principal fonte de arrecadação da entidade em apreço.

Essa “parceria” vem ocorrendo mediante a renovação anual, quando os CORREIOS repassam à CBDA uma quantia importante para o custeio dos esportes aquáticos em vários aspectos, incluindo competições e treinamentos.

Esse ano, segundo fontes dignas de crédito, o patrocínio foi da ordem de 5 (cinco) milhões de reais. Uma quantia bastante interessante e importante.

Esse valor é utilizado também, para o pagamento de uma ajuda de custo mensal aos atletas da seleção principal. Ajuda essa, que já recebi algumas vezes, tendo em vista minha convocação para a seleção principal do Brasil.

O que ocorre é o seguinte: Antes, o critério era esse: TODOS os atletas convocados para a seleção da principal competição do ano, recebiam o incentivo. Aliás, uma idéia inteligente, afinal, tanto se batalha para alcançar a convocação, que nada mais justo do que “dar uma mãozinha” ao atleta.

Para esse ano de 2010, a competição alvo era o Pan-Pacífico. Competição essa que fui convocado e nadei no mês passado.

O problema é que fiquei sabendo que alguns atletas já receberam seus contratos e suas ajudas de custo (6 atletas apenas), mas nada havia chegado até mim. Então resolvi questionar o presidente da CBDA sobre o assunto. E a resposta foi essa: “ - Quem tinha que ganhar já ganhou. Você não vai ganhar nada. O critério que nós nos baseamos não inclui você e alguns outros atletas”.

Questionei sobre o critério convocação e ele disse que não era mais esse. Questionei sobre onde estavam detalhados os critério, e ele me disse que foi uma decisão interna da CBDA sobre o índice técnico.

Ora, será que dos 24 convocados para o Pan-Pacífico, apenas “meia-dúzia” merece a ajuda de custo?! Quando ele diz que eu e alguns outros não se encaixam nos “critérios” ele refere-se a grande MAIORIA da seleção, que era de 24 membros. Será que os 5 milhões não são suficientes para ajudar a todos?! Será que o presidente dos Correios sabe que apenas “meia-duzia” recebe essa ajuda?!

Que critérios são esses???

Depois de eu ter servido meu País e a minha Confederação (CBDA) em 2 olimpíadas, 6 campeonatos mundial, mais de 20 Copas do Mundo, 5 campeonatos Sul-Americanos, ser tratado assim com essa indiferença e descaso me deixa profundamente indignado e desamparado. Queria poder disputar uma vaga em Londres 2012, mas terei condições?!

Será que somente eu penso que isso está errado?!

Em 2006 me machuquei. Venci uma lesão séria, e depois de 2 anos fora da seleção principal, retorno para a mesma em um ano que a natação está em alta e mesmo assim sou ignorado pela minha confederação e deixado de lado!
Assim como muitos outros companheiros, somos deixados de lado pois não nos encaixamos nos critérios por eles definidos... Isso está correto?!

Essa é a postura de um país que vai sediar um Jogos Olímpicos deve tomar?!

Na mesma posição que a minha, existem outros. Mais jovens. Com 21 ou 22 anos. Que em 2016 estarão com 26 ou 27, prontos para disputar uma final... Mas com essa “política” será que eles obterão êxito???

Fica aqui o meu alerta sobre quem está com as rédeas da natação no nosso país. Onde o melhor nadador brasileiro chegou a um pódio olímpico sem a ajuda de sua confederação. E não sou eu quem diz isso... Ele mesmo disse ao voltar de Pequim 2008.

Está na hora de mudar! Está na hora de uma intervenção... Mas parece que sou louco, pois às vezes acho que só eu enxergo isso.

UM ABRAÇO!

FISCHER.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Criticar Neymar não é pecado mortal


O assunto do dia é Neymar. Desta vez, por conta de mais uma atitude mimada, ao ofender o zagueiro Edu Dracena e bater boca com o técnico Dorival Júnior só porque ele não autorizou que ele batesse um pênalti no final do jogo contra o Atlético-GO na última quarta-feira.


O episódio foi turbinado pelas declarações do técnico do time goiano, Renê SImões, que disse em alto e bom som: ""O que esse rapaz tem feito é inaceitável. Algo precisa ser feito, Neymar tem de ser educado logo. Desse jeito, estamos criando um monstro".


Algo de errado está ocorrendo na carreira deste menino. Não é para ninguém ficar espantado, afinal ficar rico com apenas 18 anos e sem ter a estrutura emocional para isso não é uma tarefa fácil. Renê Simões pode até ter exagerado um pouco na dose, mas a verdade é que já chegou a hora de parar de analisar o caso Neymar como um problema passageiro, típico de quem está saindo da adolescência, e encarar a situação de forma mais firme.


Até porque parece que virou crime criticar as atitudes dele, seja dentro como fora de campo. Tudo em nome da preservação da arte do futebol, do talento puro do jogador brasileiro...


Bater pênalti com paradinha é muito legal quando a bola entra. Mas e quando o goleiro defende quase com uma mão? E não pode criticar? Drible de carretilha com a bola em jogo, perfeito. Mas ficar passando o pé em cima da bola sem nenhum efeito prático é bisonho. Ah, mas não pode criticar o garoto, ele traz alegria ao futebol, blablablá...


Bem mais grave e sério do que tudo isso são as atitudes de Neymar quando a bola para de rolar. E o piti que ele deu no vestiário após o jogo contra o Atlético-GO, como relatou o repórter Samir Carvalho, do iG, nos obriga a fazer algumas reflexões.


No fundo, Neymar acha que pode fazer o que quer. Cabe a quem está no comando, seja no Santos, em sua casa ou até na seleção brasileira, colocá-lo de volta ao planeta Terra. Do contrário, toda a magia de seu futebol será esquecida. E só nos lembraremos do menino encrenqueiro que fazia umas danças engraçadinhas qaundo marcava gols.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

As dançarinas da NFL 2010/11 (5):
Ashton, do Dallas Cowboys





Ashton, de apenas 20 anos, nascida em Dallas (Texas), estudante do segundo grau e que deseja fazer faculdade de marketing empresarial, fã das séries Greys Anatomy, Friends e One Tree Hill, integra pela segunda temporada o elenco de dançarinas do Dallas Cowboys.

Esta seção, que reúne as mais belas cheerleaders da NFL, é publicada às quartas-feiras (por enquanto)

Quer ser voluntário durante os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012?


Ainda faltam cerca de dois anos para o início dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, mas já estão abertas desde esta quarta-feira a seleção para quem quiser trabalhar como voluntário durante o evento, que será realizado entre 27 de julho e 12 de agosto de 2012.

Nesta primeira etapa para a escolha dos voluntários, o candidato precisa preencher um formulário online razoavelmente complicado - levará de 30 a 40 minutos para fazê-lo. Em seguida, receberá um e-mail de confirmação, que dará acesso a uma página onde a pessoa poderá atualizar seus dados. O encerramento das inscrições será no próximo dia 27 de outubro, à meia-noite (horário de Londres). Os organizadores esperam recrutar pelo menos 70 mil voluntários.

Após uma triagem feita após análise dos formulários, a partir de dezembro os organizadores convidarão os candidatos a participar de eventos seletivos, que começarão a ser realizados a partir de fevereiro de 2011, nas cidades de Londres, Glasgow, Newcastle, Manchester, Coventry, Cardiff, Belfast e Weymouth. Não serão reembolsadas despesas de transporte e hospedagem, tanto para o processo de seleção como durante os Jogos.

Para maiores detalhes, entre na página especial sobre os voluntários das Olimpíadas de 2012.

Mundial feminino de basquete: para
a Fiba, Bassul é o técnico do Brasil

Atualizado em 18/09

Post publicado nesta terça-feira pelo Painel do Basquete Feminino, o melhor blog brasileiro sobre a modalidade, traz um erro crasso da Fiba na página oficial do Campeonato Mundial feminino de basquete, que começa no próximo dia 23, na República Tcheca.

Na página destinada à seleção brasileira, aparece como treinador da equipe o nome de Paulo Bassul e não o espanhol Carlos Colinas, o atual comandante da equipe nacional. Justamente Bassul, o treinador que enfrentou o humilhante processo de fritura por parte da CBB, em razão de seu desentendimento com a arrogante e indisciplinada Iziane, a mesma que teve o apoio do senador José Sarney em sua batalha para retornar à seleção brasileira, depois do vexame de se recusar a entrar em quadra no Pré-Olímpico Mundial de Madri, em 2008.

Obs: no sábado, dia 18/09, a Fiba já tinha se tocado da bobagem e corrigiu sua página. Confira neste link.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

A tabela do Mundial feminino de basquete

Campeonato Mundial feminino de basquete
Local: República Tcheca

Primeira fase

Grupo A (Ostrava)

23/9
Belarus 68 x 57 China
Canadá 47 x 72 Austrália

24/9
China x Canadá
Austrália x Belarus

25/9
China x Austrália
Canadá x Belarus

Grupo B (Ostrava)

23/9
Grécia 73 x 99 EUA
Senegal 45 x 83 França

24/9
EUA x Senegal
França x Grécia

25/9
EUA x França
Senegal x Grécia

Grupo C (Brno)

23/9
Coreia do Sul 61 x 60 Brasil
Mali 36 x 80 Espanha

24/9
Espanha x Coreia do Sul
Brasil x Mali

25/9
Mali x Coreia do Sul
Brasil x Espanha

Grupo D (Brno)

23/9
Japão 63 x 86 Rússia
Rep. Tcheca 67 x 53 Argentina

24/9
Argentina x Japão
Rússia x Rep. Tcheca

25/9
Argentina x Rússia
Japão x Rep. Tcheca

Oitavas de final

Grupo E (Ostrava)

27/9
2º B x 2º A
3º B x 1º A
1º B x 3º A

28/9
1º A x 2º B
3º A x 3º B
2º A x 1º B

29/9
2º B x 3º A
3º B x 2º A
1º B x 1º A

Grupo F (Brno)

27/9
2º D x 2º C
3º D x 1º C
1º D  x 3º C

28/9
1º C x 2º D
3º C x 3º D
2º C x 1º D

29/9
2º D x 3º C
3º D x 2º C
1º D x 1º C

Definição do 13º ao 16º lugares (Karlovy Vary)

28/9

Jogo 31 - 4º A x 4º B
Jogo 32 - 4º C x 4º D

Definição do 15º lugar (Karlovy Vary)
29/9
Jogo 39 - Perd. 31 x Perd. 32

Definição do 13º lugar (Karlovy Vary)
29/9
Jogo 40 - Venc. 31 x Venc. 32

Definição do 9º ao 12º lugares (Karlovy Vary)
1º/10
Jogo 47 - 5º E x 6º F
Jogo 48 - 6º E x 5º F

Quartas de final (Karlovy Vary)

1º/10
Jogo 49 - 1º E x 4º F
Jogo 50 - 3º E x 2º F
Jogo 51 - 2º E x 3º F
Jogo 52 - 4º E x 1º F

Definição do 11º lugar (Karlovy Vary)

2/10
Jogo 53 - Perd. 47 x Perd. 48

Definição do 9º lugar (Karlovy Vary)

2/10
Jogo 54 - Venc. 47 x Venc. 48

Definição do 5º ao 8º lugares (Karlovy Vary)

2/10
Jogo 55 - Perd. 49 x Perd. 50
Jogo 56 - Perd. 51 x Perd. 52

Semifinais (Karlovy Vary)

2/10
Jogo 57 - Venc. 49 x Venc. 50
Jogo 58 - Venc, 51 x Venc. 52

Definição do 7º lugar (Karlovy Vary)

3/10
Jogo 59 - Perd. 55 x Perd. 56

Definição do 5º lugar (Karlovy Vary)

3/10
Jogo 60 - Venc. 55 x Venc. 56

Definição do 3º lugar (Karlovy Vary)

3/10
Jogo 61 - Perd. 57 x Perd. 58

Final (Karlovy Vary)

3/10
Jogo 62 - Venc. 57 x Venc. 58

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