Mas segundo matéria publicada nesta quarta-feira, no Diário de S. Paulo, do repórter Alessandro Lucchetti, a situação de Kátia não é tão tranqüila assim. O médico cardiologista Nabil Goraieb, do Instituo Dante Pazzanese, os exames realizados pelos espanhóis foram incompletos. Goraieb sustenta que foram feitos em Kátia somente parte dos exames necessários e que isso não bastaria para liberar a jogadora. Ele assegura que a pivô corre risco de sofer um mal súbito em quadra. O médico lembrou, inclusive, que Kátia possuí a mesma anomalia do zagueiro Puerta, do Sevilla, que morreu no início do mês.
A Confederação Brasileira de Basquete liberou a jogadora para atuar, mas garantiu que Kátia assinou um termo de resposabilidade, isentando-a em caso de qualquer problema.
A pergunta que fica: será que todo este risco vale a pena?
2 comentários:
Atletas morrem como moscas na Europa pq os clubes fazem um exame médico de merda. Basta ver quantos atletas morreram nos últimos tempos. É tudo por causa de grana e interesse. Ela deveria ser proibida legal e judicialmente de jogar pro seu próprio bem.
Pessoal, o assunto é complicado, mas esse é o trabalho dela. Vai proibir a mulher de trabalhar? E pagar a ela uma aposentadoria do INSS?
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