Embora algumas pessoas tentem valorizar o resultado - que de fato mostrou evolução em relação a 2006 -, a participação da seleção brasileira no Campeonato Mundial masculino de basquete da Turquia não despertou grandes paixões no torcedor. Pelo menos foi isso que ficou detectado após enquete realizada pelo blog.
A maioria absoluta dos internautas (73%) avaliou que a participação do Brasil na Turquia foi apenas regular. Já outros 27%, bem mais críticos, entendem que o desempenho do time comandado pelo argentino Rubén Magnano acabou decepcionando. Nenhum internauta avaliou que a seleção teve uma participação ótima ou boa.
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sábado, 18 de setembro de 2010
Para internautas, campanha brasileira no Mundial da Turquia foi apenas razoável
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Brasil caiu no ranking da Fiba
![]() |
| Tiago Splitter em ação no Mundial da Turquia |
Contribuíram para a queda do Brasil a subida da Turquia, vice-campeã mundial, que passou de 18º para 6º, e a Rússia, que está em 11º (ocupava a 17ª posição antes do Mundial).
A liderança do ranking da Fiba passou para os EUA, com a Espanha em segundo. A Argentina, antiga líder, está em terceiro.
Confira abaixo os 10 primeiros do ranking da Fiba:
- EUA - 892 pontos
- Espanha - 720 pontos
- Argentina - 665 pontos
- Grécia - 489 pontos
- Lituânia - 462 pontos
- Turquia - 301 pontos
- Itália - 300 pontos
- Sérvia - 234 pontos
- Austrália - 224 pontos
- China - 219,7 pontos
Confira a lista completa no site da Fiba
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domingo, 12 de setembro de 2010
Classificação final do Campeonato Mundial masculino de basquete da Turquia
- EUA
- Turquia
- Lituânia
- Sérvia
- Argentina
- Espanha
- Rússia
- Eslovênia
- Brasil
- Austrália
- Grécia
- Nova Zelândia
- França
- Croácia
- Angola
- China
- Alemanha
- Porto Rico
- Irã
- Líbano
- Costa do Marfim
- Canadá
- Jordânia
- Tunísia
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A participação da seleção brasileira nos Mundiais masculinos de basquete
Atualizado em 14/9
PS: o atento BR, leitor assíduo do blog, alerta que o Brasil ficou na verdade em 19º no Mundial do Japão, ao contrário do divulgado pela CBB, atrás de Porto Rico e Líbano, que tiveram mais vitórias do que a seleção brasileira (duas contra uma do Brasil).
PS: o atento BR, leitor assíduo do blog, alerta que o Brasil ficou na verdade em 19º no Mundial do Japão, ao contrário do divulgado pela CBB, atrás de Porto Rico e Líbano, que tiveram mais vitórias do que a seleção brasileira (duas contra uma do Brasil).
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Basquete brasileiro será EUA desde criancinha na final contra a Turquia
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| Os jogadores turcos Asik e Turkoglu comemoram a histórica vaga na decisão/Crédito: Fiba |
Não poderia ter final de enredo melhor para os turcos do que esta decisão do Mundial masculino de basquete, que se encerra neste domingo, em Istanbul. Seleção turca classificada para a decisão, de forma invicta, contra o forte time dos EUA, que mesmo sem as superestrelas da NBA, montou uma equipe de respeito e também chegou sem derrotas para esta final.
Mas alguma coisa me diz que os americanos não contarão somente com sua torcida neste duelo contra os turcos, marcado para começar às 15h30 (horário de Brasília). O basquete brasileiro estará vestindo a camiseta americana e vibrando com cada ponto que o time marcar contra os turcos.
Explica-se: o campeão mundial garantirá vaga automaticamente nas Olimpíadas de Londres, em 2012. E uma conquista americana facilitaria demais a vida do Brasil para retornar aos Jogos, do qual a seleção masculina não participa desde Atlanta-96. Em 2011 haverá o Pré-Olímpico das Américas, na Argentina. São duas vagas em disputa. Nem é preciso dizer que uma delas ficará com os donos da casa. Por bem ou por mal. Assim, se os EUA já estiverem classificados, mandarão um time meia-boca e assim o Brasil teria tudo para garantir sua presença em Londres.
Por isso, a turma de Rubén Magnano pode até não admitir, mas vai torcer muito pelos EUA esta tarde.
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Mão Santa e boca nervosa
"Falta colhão. O único acostumado a meter bola no fim é o Marcelinho, mas botaram ele para jogar a conta-gotas"Oscar Schmidt, maior cestinha do basquete brasileiro em todos os tempos (e talvez do planeta), em entrevista ao UOL, comentando a ausência de um jogador que decida as partidas na seleção brasileira masculina, 9ª colocada no Mundial da Turquia
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Os inexplicáveis mistérios na
seleção brasileira de basquete
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| Tiago Splitter em ação contra os EUA/Crédito: CBB |
Tudo bem que este blog enalteceu o bom trabalho desenvolvido pela seleção brasileira no Mundial masculino de basquete na Turquia, entendendo que a eliminação para a Argentina ocurrida na última terça-feira foi mais um passo para colocar a modalidade de volta aos trilhos, após um período nas trevas. Isto posto, é preciso também questionar algumas posturas e atitudes tomadas tanto pela comissão técnica quanto pela direção da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).
Uma nota publicada pelo repórter Murilo Garavello, do UOL, revelou que o pivô Tiago Splitter estava longe de sua melhor forma física no jogo diante dos argentinos. Splitter sofreu uma contratura muscular na coxa esquerda diante da Eslovênia e chegou a ser poupado de algumas sessões de treinamento. É bom lembrar que ele já havia sofrido uma outra contratura, na perna direita, durante a fase de treinamentos, ainda no Brasil.
O diabo é que ninguém falou sobre esta lesão. Nem Splitter, o técnico Rubén Magnano e muito menos a assessoria de imprensa da CBB.
Não há justificativa que explique esta omissão de informação. Para piorar, o treinador do time brasileiro não permite que os jornalistas acompanhem os treinamentos em tempo integral - normalmente ele liberava os 15 minutos iniciais das práticas para registro de imagens e só.
Também me causava um certo incômodo a ordem do argentino para que os microfones não captassem suas instruções nos pedidos de tempo, desde os amistosos preparatórios no Brasil. Uma vez ou outra, na hora de dar uma bronca mais forte, vá lá. Mas basta ver os jogos do Mundial para ver que os demais treinadores não estão nem aí com os microfones da tevê.
Quando se elogia o trabalho desenvolvido pelo Brasil no Mundial e se dá um crédito de confiança a Rubén Magnano, também se espera que algumas atitudes se modifiquem. E não falo apenas da falta de iniciativa de jogadores em decidir uma partida. A transparência em atitudes fora das quadras também é fundamental para o basquete voltar a crescer.
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
Basquete brasileiro tem tudo para crescer com a derrota para a Argentina na Turquia
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| Anderson Varejão tenta impedir cesta do argentino Scola/Crédito: CBB |
Na última segunda-feira, comentei um post do colega José Antonio Lima no ótimo blog Esporte Fino, no qual ele pedia paciência para o técnico Rubén Magnano trabalhar se a seleção brasileira fosse eliminada para a Argentina no Campeonato Mundial da Turquia, Em meu comentário, lembrei que o resultado do Brasil no torneio tinha uma importância menor em comparação com o árduo trabalho do treinador argentino para reestruturar o basquete nacional.
Embora até acreditasse num triunfo sobre a Argentina, a derrota brasileiro por 93 a 89 precisa ser encarada com uma certa dose de naturalidade. Sim, é verdade que mais uma vez o Brasil esteve perto demais de uma vitória. E é verdade também que a falta de maior controle emocional dos jogadores brasileiros, em especial Leandrinho no minuto final, pôs tudo a perder.
Não se pode esquecer um fato preponderante: a Argentina tinha um craque, Luis Scola, que só não fez chover em Istanbul, anotando 37 pontos. Já o Brasil não teve este jogador, embora Marcelinho Huertas tenha feito uma atuação espetacular, anotando 32 fontos e não fugindo do pau em nenhum momento.
Qualquer derrota é ruim. O Brasil vem se tornando um freguês de caderneta da Argentina em competições oficiais de alto nível - campeonatos sul-americanos e jogos pan-americanos não entram nesta conta. Mas o saldo do time de Magnano é positivo. Um time que saiu do 19º para o 9º lugar num Mundial, em um intervalo de quatro anos, precisa ser avaliado com mais atenção.
O basquete masculino do Brasil está aos poucos saindo do fundo do poço onde se enfiou por culpa exclusiva sua. Ninguém retoma o caminho das vitórias de forma tranquila. Se derem tranquilidade para Rubén Magnano fazer o seu trabalho, a seleção brasileira voltará a viver seus dias de glória. É só uma questão de tempo.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Mundial da Turquia: cadê as faltas?
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| Lance do jogo entre Sérvia e Croácia, pelas oitavas de final/Crédito: Fiba.com |
Um balanço da primeira fase do Mundial masculino de basquete, que está sendo realizado na Turquia, traz um dado interessante: se mantiver a mesma toada até a decisão, esta será a edição menos faltosa da história da competição. Após a primeira fase, a média de faltas foi de 19,7 por partida.
Entre as seleções, foi justamente a Turquia que teve a menor média de faltas por jogo na primeira etapa do torneio. Os donos da casa, que nas quartas de final terão pela frente a Eslovênia, cometeram apenas 15,6 faltas por partida.
O Mundial mais faltoso da história foi o de 1970, realizado na extinta Iugoslávia. Na ocasião, as equipes cometeram 29,3 faltas por jogo.
Confira abaixo as médias de faltas na história dos Mundiais:
1950 (Argentina) - 20,6
1954 (Brasil) - 21,6
1959 (Chile) - 28,1
1963 (Brasil) - 22,8
1967 (Uruguai) - 25,3
1970 (Iugoslávia) - 29,3
1974 (Porto Rico) - 24,9
1978 (Filipinas) - 22,7
1982 (Colômbia) - 21,7
1986 (Espanha) - 21,9
1990 (Argentina) - 24,3
1994 (Canadá) - 20,8
1998 (Grécia) - 21,3
2002 (EUA) - 23,2
2006 (Japão) - 21,6
Confira aqui a tabela e todos os resultados do Mundial masculino de basquete
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sábado, 4 de setembro de 2010
Mundial de basquete da Turquia: as atrações não estão apenas na quadra
Sim, elas também estão aqui. A cada intervalo ou pedido de tempo, desfilam pela quadra e ajudam a "entreter" o público. São as garotas da equipe de dançarinas do CSKA, da Rússia, contratadas pelos organizadores do Campeonato Mundial masculino de basquete.
Não há a menor dúvida de que eles acertaram na mosca nesta decisão.
Não há a menor dúvida de que eles acertaram na mosca nesta decisão.
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Argentina leva vantagem sobre o Brasil em confrontos no Mundial de basquete
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| Leandrinho teve boa atuação na vitória do Brasil sobre a Croácia por 92 a 74 |
Em confrontos válidos por Campeonatos Mundiais, os argentinos tem uma boa vantagem: três vitórias contra somente um triunfo do Brasil. Se levarmos em conta todas as competições intercontinentais realizadas sob a tutela da Fiba, Olimpíadas e Copa América - o Sul-Americano não entra nesta contagem -, o Brasil leva uma desvantagem ainda maior: 8 a 4.
Mas algo me diz que justamente sob o comando de um argentino, Rubén Magnano, a seleção brasileira começará a tirar esta diferença a partir de terça-feira.
Confira abaixo todos os confrontos entre Brasil e Argentina nos Mundiais de basquete:
28/10/1950 - Buenos Aires (Arg) - Brasil 35 x 40 Argentina
10/06/1967 - Montevidéu (Uru) - Brasil 74 x 66 Argentina
04/08/1998 - Atenas (Gre) - Brasil 76 x 86 Argentina
05/09/2002 - Indianápolis (Arg) - Brasil 67 x 78 Argentina
Crédito da foto: Gáspar Nóbrega/Divulgação CBB
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Está confirmado: a seleção masculina
de basquete sofre de distúrbio bipolar
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| Thiago Splitter tenta arremesso contra a Eslovênia |
Nem é necessário um diagnóstico muito aprofundado e feito por especialistas para descobrir o óbvio: a seleção brasileira masculina é o time mais bipolar do basquete mundial. Em um intervalo de apenas 48 horas, a mesma equipe que fez os sempre marrentos americanos ficarem de joelhos, por medo de uma derrota histórica na última segunda-feira, sofreu um apagão inacreditável que lhe custou a derrota para a Eslovênia nesta quarta, por 80 a 77.
Poderia ficar aqui escrevendo linhas e mais linhas para tentar justificar os incríveis erros que levaram o Brasil ao resultado negativo diante dos eslovenos. Desequilíbrio emocional, excesso de cautela, excesso de confiança, falta de experiência em momentos decisivos...Talvez seja até um motivo diferente de todos estes que eu listei acima ou talvez sejam todos eles juntos.
O maior problema, para mim, é a chamada "herança maldita" que o basquete masculino brasileiro vem carregando há mais de 15 anos. Este sentimento meio nebuloso, difícil de explicar, fazendo com que o Brasil perca aquela alma vencedora que tanto o caracterizou anos atrás. Tudo bem que falta material humano também, não sejamos tão ingênuos assim. Mas parece que a maldita bola, quando bate no aro, sempre cai do lado de fora no arremesso brasileiro. E entra na cesta quando é a vez do adversário.
Nesta quinta-feira, a partir das 15h30, a seleção brasileira joga a sua sorte no Mundial diante da Croácia. Uma derrota colocará o time de Rubén Magnano diante de Argentina ou Sérvia. O que provavelmente significará marcar o voo de volta para o Brasil mais cedo do que se sonhava.
Crédito da foto: Gáspar Nóbrega/divulgação CBB
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Turquia-2010: uma derrota para a história
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| Leandrinh em ação, contra os EUA |
Foi um jogo que lavou a alma dos "basqueteiros" do país, uma categoria que infelizmente vem se reduzindo ano a ano, graças em boa parte aos fiascos seguidos que a modalidade vem colecionando, em especial a seleção brasileira masculina, presente em uma edição de Jogos Olímpicos pela última vez em Atlanta-1996.
A partida desta segunda-feira mostrou uma nova face da seleção brasileira. Valente, guerreira e que literalmente deixou os americanos de joelhos. Ou alguém que viu a partida irá se esquecer da imagem de um jogador dos Estados Unidos de joelhos, no banco de reservas, torcendo para que a bola de Marcelinho Huertas não entrasse nos segundos finais, obrigando a realização de uma prorrogação.
E olhe que saiu de graça para os americanos. Sem fanatismo, o Brasil teve pelo menos quatro belas chances de passar à frente no placar nos minutos finais. Se iria ganhar o jogo é outra história! Mas a seleção acabou se perdendo por seus próprios erros - no caso, a insistência surreal em chutar bolas de três pontos - e desperdiçou uma chance de conseguir um resultado histórico.
O resumo deste desabafo de um "basqueteiro" já calejado de tantas pancadas é que nesta segunda-feira, deu orgulho em acompanhar o basquete masculino do Brasil. Para quem acompanhou de perto os maiores vexames brasileiros nos últimos anos, como o 11º lugar no Mundial do Canadá em 94 e o 17º no Japão, em 2006, além das eliminações nos Pré-Olímpicos de 2003 e 2007, foi um banho de esperança o que se mostrou em Istambul.
Crédito da Foto: Divulgação/CBB
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domingo, 29 de agosto de 2010
EUA calçam as sandálias da humildade
"Vencemos duas grandes equipes, mas
amanhã temos o Brasil, que é difícil de ser batido"
Kevin Durant, astro da seleção dos EUA, autor de 22 pontos na vitória sobre a Esolvênia por 99 a 77, neste domingo, mostrando um inesperado respeito pela seleção brasielira,, adversária desta segunda-feira pelo Mundial masculino de basquete
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sábado, 28 de agosto de 2010
Mundial da Turquia: seleção brasileira
tem estreia razoável contra o fraco Irã
![]() |
| Guilherme Giovannoni em ação contra o Irã |
O desempenho da seleção no primeiro e no terceiro quartos foi exatamente o que se esperava: um time mostrando clara superioridade sobre um adversário somente esforçado. O Brasil não deu a menor chance ao Irã nestas duas etapas do jogo.
O alerta fica ligado em relação ao que o time mostrou no segundo quarto (quando o jogo ficou empatado em 17 a 17) e no último período, quando o Brasil ganhou por um ponto (20 a 19) e mostrou uma preocupante desatenção defensiva. Se o Irã fosse um pouquinho melhor, a diferença no placar seria menor.
Mas como ainda não poderá contar com Anderson Varejão - que só deverá jogar contra os EUA, na segunda-feira -, a tendência é que o Brasil vá evoluindo ao longo da competição. Pelo menos é o que se espera desta seleção.
Crédito da foto: divulgação/CBB
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Turquia-2010, dia 1: conheça o Irã
- Participações em Campeonatos Mundiais: estreante
- Principais títulos conquistados: campeão asiático (2007 e 2009) e campeão asiático sub-18 (2008)
- Participações em Jogos Olímpicos: Pequim-2008 e Londres-1948
- Colocação no ranking da Fiba: 21º lugar
- Confrontos contra a seleção brasileira: nunca se enfrentaram
- Principal jogador: Hamed Haddadi (pivô), do Memphis Grizzlies (NBA)
- Treinador: Vaselin Matic (Sérvia)
- Como se classificou: campeão asiático em 2009
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Campeonato Mundial da Turquia ultrapassa as fronteiras. Pela TV
O Mundial masculino de basquete, que começa neste sábado, na Turquia, dá a largada quebrando um recorde. Pela primeira vez na história da competição, as imagens das 80 partidas programadas serão transmitidas para 183 países. Mais de um bilhão de pessoas poderão acompanhar a briga pelo título do 16º Mundial.
O grau de interesse pelo campeonato é tanto - mesmo com os desfalques de várias estrelas - que o canal Supersport transmitirá 38 jogos em canais abertos para alguns países da África. No último Mundial, realizado no Japão, em 2006, 132 países passaram os jogos ao vivo.
"O fato de estarmos levando as imagens do Mundial para países onde o basquete não é um esporte tradicional nos enche de orgulho", explicou o secretário-geral da Fiba, Patrick Baumann. Outro detalhe importante é que os 80 jogos serão transmitidos em tecnologia HD.
No Brasil, os jogos do Campeonato Mundial da Turquia poderão ser vistos nos canais Sportv, ESPN, ESPN Brasil e Esporte Interativo.
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Um adeus tão dramático quanto um tango
“Me cortaram as pernas, acabaram com minha ilusão de jogar o Mundial, mas não posso fazer nada. Por mim, eu jogaria. Estou de fora de meu último Mundial”Andrés Nocioni, ala da seleção argentina, lamentando ter que pedir dispensa do Campeonato Mundial de basquete da Turquia, atendendo a um pedido de sua equipe na NBA, o Philadelphia 76ers, que temia que ele agravasse uma contusão no tornozelo caso participasse do torneio. Nocioni é mais um jogador da liga profissional americana que abriu mão do Mundial atendendo a pedidos de suas equipes.
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Todas as estreias do Brasil nos
Mundiais masculinos de basquete
![]() |
| Tiago Splitter em ação na derrota do Brasil para a Austrália, em 2006 |
Se a tradição prevalecer, o Brasil deverá ter uma estreia tranquila diante do Irã no próximo sábado, pelo Campeonato Mundial masculino de basquete da Turquia. Presente em todas as edições do torneio, a seleção brasileira, na maioria das vezes, consegue emplacar boas vitórias na competição.
Foi assim, por exemplo, logo no primeiro Mundial já realizado, em 1950, na Argentina, quando o Brasil superou o Peru (sim, o Peru!) por 40 a 33. E assim manteve-se esta rotina até 1982, na Colômbia, quando pela primeira vez a seleção perdeu numa estreia: naquela oportunidade, a Austrália ganhou por 75 a 73.
Na última vez em que teve pela frente um adversário sem tradição, como é o caso do Irã, o Brasil triunfou. Foi em 2002, ao superar o Líbano por 102 a 73.
No total, das 15 estreias brasileiras, ocorreram 11 vitórias e apenas quatro derrotas. Um saldo bem positivo. Pena que estes tropeços representem, em grande parte, o momento atual do basquete do Brasil.
Abaixo, confira como foram todas as estreia da seleção brasileira nos Mundiais de basquete:
25/10/1950 - Buenos Aires (ARG) - Brasil 40 x 33 Peru
Cestinha do Brasil: Algodão - 10 pontos
25/10/1954 - Rio de Janeiro (BRA) - Brasil 99 x 62 Filipinas
Cestinha do Brasil: Angelim - 18 pontos
16/01/1959 - Temuco (CHI) - Brasil 69 x 52 Canadá
Cestinhas do Brasil: Edson Bispo e Waldemar Blatskauskas - 18 pontos
16/05/1963 - Rio de Janeiro (BRA) - Brasil 62 x 55 Porto Rico
Cestinha do Brasil: Amaury Pasos - 18 pontos
27/05/1967 - Salto (URU) - Brasil 85 x 41 Paraguai
Cestinha do Brasil: Sérgio Macarrão - 15 pontos
10/05/1970 - Split (IUG) - Brasil 82 x 77 Coreia do Sul
Cestinha do Brasil: Menon - 29 pontos
03/06/1974 - Ponce (PUR) - Brasil 100 x 78 México
Cestinha do Brasil: Marquinhos - 19 pontos
02/10/1978 - Manila (PHI) - Brasil 154 x 97 China
Cestinha do Brasil: Marcel - 24 pontos
15/08/1982 - Medellin (COL) - Brasil 73 x 75 Austrália
Cestinha do Brasil: Marquinhos - 21 pontos
05/07/1986 - Zaragoza (ESP) - Brasil 104 x 74 Coreia do Sul
Cestinha do Brasil: Israel - 28 pontos
08/08/1990 - Rosario (ARG) - Brasil 125 x 109 Itália
Cestinha do Brasil: Luiz Felipe - 35 pontos
04/08/1994 - Hamilton (CAN) - Brasil 93 x 97 China
Cestinha do Brasil: Paulinho Villas-Boas - 26 pontos
29/07/1998 - Atenas (GRE) - Brasil 59 x 83 EUA
Cestinha do Brasil: Rogério - 12 pontos
29/08/2002 - Indianapolis (EUA) - Brasil 102 x 73 Líbano
Cestinha do Brasil: Rogério - 22 pontos
19/08/2006 - Hamamatsu (JPN) - Brasil 77 x 83 Austrália
Cestinha do Brasil: Leandrinho - 18 pontos
Crédito da foto: Wander Roberto/CBB
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Todos os campeões da história do
Mundial masculino de basquete
1950 - Argentina (Buenos Aires)
- Argentina
- EUA
- Chile
- EUA
- Brasil
- Filipinas
- Brasil
- EUA
- Chile
- Brasil
- Iugoslávia
- URSS
- URSS
- Iugoslávia
- Brasil
- Iugoslávia
- Brasil
- URSS
- URSS
- Iugoslávia
- EUA
- Iugoslávia
- URSS
- Brasil
- URSS
- EUA
- Iugoslávia
- EUA
- URSS
- Iugoslávia
- Iugoslávia
- URSS
- EUA
- EUA
- Rússia
- Croácia
- Iugoslávia
- Rússia
- EUA
- Iugoslávia
- Argentina
- Alemanha
- Espanha
- Grécia
- EUA
- EUA
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