boo-box

Mostrando postagens com marcador Vôlei de Praia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vôlei de Praia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Os eleitos pelo COB para concorrer
ao prêmio de Melhor Atleta de 2010


Murilo concorre ao prêmio de Melhor Atleta do Ano/Crédito: CBV
 O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) anunciou nesta sexta-feira quem são os atletas que concorrem ao prêmio de Melhor do Ano no Esporte em 2010. A festa acontecerá no dia 20 de dezembro, no Teatro do MAM, no Rio. No masculino, estão concorrendo Cesar Cielo (natação), Leandro Guilheiro (judô) e Murilo (vôlei), enquanto no feminino a escolha está entre Ana Marcela Cunha (maratonas aquáticas), Fabiana Murer (atletismo) e a dupla Juliana e Larissa (vôlei de praia).

As apostas do blogueiro é que Murilo, graça à conquista do tricampeonato mundial de vôlei com a seleção brasileira na Itália, será o escolhido no masculino, enquanto Fabiana, após a brilhante participação na vitória da Liga Diamante da Iaaf, irá faturar o troféu no feminino.

Os votos serão computados após uma escolha feita por um juri de jornalistas selecionados (entre os quais eu não me incluo, é bom que se diga) e através de votação popular, a partir do próximo dia 30/11, feita pela internet, através do site do COB. 

O COB anunciou ainda a lista dos ganhadores do Prêmio Brasil Olímpico, com os melhores atletas de cada modalidade:

Atletismo – Fabiana Murer

Badminton – Daniel Paiola

Basquete – Tiago Spliter

Boliche – Roberta Rodrigues

Boxe – Roseli Feitosa

Canoagem Slalom – Silvia Gnadt

Canoagem Velocidade – Nivalter Santos

Ciclismo BMX – Mayara Perez

Ciclismo Estrada – Rafael de Matos Andriato

Ciclismo Moutain Bike – Rubens Donizete de Valeriano

Ciclismo Pista – Janildes Fernandes

Desportos na Neve – Mirlene Picin

Desportos no Gelo – Fabiana Alves dos Santos

Esgrima – Cleia Guilhon

Esqui Aquático – Marcelo Giardi

Futebol – Paulo Henrique Ganso

Futsal – Alessandro Rosa Vieira (Falcão)

Ginástica Artística – Jade Barbosa

Ginástica Trampolim – Daienne Lima

Ginástica Rítmica – Angélica Kvieczynski

Handebol – Alexandra Nascimento

Hipismo Adestramento – Luiza Almeida

Hipismo CCE – Ruy Fonseca

Hipismo Saltos – Rodrigo Pessoa

Hóquei sobre Grama – Daniel Tatara

Judô – Mayra Aguiar

Karatê – Douglas Brose

Levantamento de Peso – Fernando Reis

Luta – Joice Silva

Maratona Aquática – Ana Marcela Cunha

Natação – Cesar Cielo

Natação Sincronizada – Equipe de natação sincronizada

Patinação Artística – Juliana Almeida

Pentatlo Moderno – Yane Marques

Pólo Aquático – Luiza Carvalho

Remo – Fabiana Beltrame

Saltos Ornamentais – César Castro

Squash – Rafael Alarcon

Taekwondo – Marcio Wenceslau

Tênis – Thomaz Bellucci

Tênis de Mesa – Gustavo Tsuboi

Tiro com Arco – Bernardo Oliveira

Tiro Esportivo – Felipe Wu

Triatlo – Reinaldo Colucci

Vela –  Bruno Prada e Robert Scheidt (Classe Star)

Vôlei de Praia – Juliana e Larissa

Vôlei – Seleção adulta masculina de vôlei

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Um namoro tentador e perigoso

Coluna Diário Esportivo, publicada na edição de 22 de janeiro do Diário de S. Paulo

Esporte olímpico no Brasil, com raríssimas exceções, é sinônimo de amadorismo. Comparado ao universo do futebol, acostumado às cifras milionárias, chega a ser covardia a diferença. Por isso, não surpreende que o nadador Cesar Cielo tenha ficado tentado com a proposta para trocar o Pinheiros, clube que defende desde 2003, pelo Corinthians. No embalo do centenário, o Timão enxergou no campeão mundial e olímpico dos 50m um ótimo instrumento de divulgação do clube e ofereceu um salário de R$ 60 mil, simplesmente o dobro do que ele recebe no Pinheiros. E Cielo ainda estaria recebendo convites de clubes grandes do Rio.

O namoro dos times de futebol com estrelas de outros esportes não é uma novidade, é bom que se diga. Assim como o resultado deste relacionamento não costuma ter um final feliz. Há pouco mais de dez anos, o Vasco da Gama montou uma verdadeira constelação de estrelas, nas mais variadas modalidades.

Envergavam a camisa cruzmaltina à época astros como Gustavo Borges (natação), Robert Scheidt (iatismo), Fernanda Venturini (vôlei), Janeth (basquete), Adriana Behar e Shelda (vôlei de praia). O sonho megalomaníaco do então presidente Eurico Miranda era que o Vasco conquistasse mais medalhas do que muitos países. Só que tão logo as Olimpíadas de Sydney-00 terminaram, o clube teve problemas com seu patrocinador (Bank of America) e os investimentos nos esportes olímpicos foram retirados, deixando os atletas com uma mão na frente e outra atrás. É bom Cielo ficar de olho aberto.

Foto: Adriana Behar e Shelda são homenageadas por Eurico Miranda, nos tempos áureos em que o Vasco patrocinava várias estrelças do esporte olímpico brasileiro. Mal sabiam eles que mais tarde ficariam na saudade.
Crédito: divulgação


A coluna Diário Esportivo, assinada por este blogueiro, é publicada às sextas-feiras no Diário de S. Paulo

terça-feira, 7 de abril de 2009

Começou mal a Comissão de Atletas do COB

Antes de mais nada, é bom que se ressalte a importância do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) em ter criado a Comissão de Atletas, apresentada com toda a pompa nesta terça-feira, no Rio. O próprio Comitê Olímpico Internacional (COI) possuí sua comissão e a lista do COB seguirá os mesmos parâmetros.

O que é duro de aceitar é o nome colocado para presidir a comissão brasileira: Bernard Rajzman, que se como atleta brilhou em quadra, ao integrar a seleção brasileira masculina de vôlei que foi medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles, fora de quadra sempre teve um postura para lá de questionável. Só para recordar os que têm memória curta, Bernard foi deputado estadual pelo PFL durante seis anos (1997-2002), além de ter sido Secretário Nacional de esportes do governo de Fernando Collor, de tão triste memória para os brasileiros.

Eis os demais integrantes da Comissão de Atletas do COB:

Hortência Marcari (basquete - vice-presidente)

César Cielo (natação)
Daiane dos Santos (ginástica artística)
Giovane Gávio (vôlei)
Gustavo Borges (natação)
Gustavo Kuerten (tênis)
Hugo Hoyama (tênis de mesa)
Isabel Clark (snowboard)
Janeth Arcain (basquete)
Marcelo Ferreira (iatismo)
Marta Vieira (futebol)
Natália Falavigna (taekwondo)
Robert Scheidt (iatismo)
Robson Caetano (atletismo)
Rogério Sampaio (judô)
Sandra Pires (vôlei de praia)
Vanderlei Cordeiro de Lima (atletismo)
Álvaro Affonso de Miranda - Doda (hipismo)

Cá entre nós, com exceção de César Cielo, que ainda não confirmou se aceitará o convite para integrar a Comissão, nenhum dos integrantes acima tem o perfil de quem irá "incomodar" o COB com um posicionamento mais crítico ou contestador.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Misty May sofre séria lesão e deixa o "Dança com os Famosos"

Acabou mal a experiência da bicampeã olímpica de vôlei de praia, a americana Misty May-Treanor (foto), no reallity show Dança com os Famosos (Dancing with the Stars), da rede de televisão ABC. Durante os ensaios da última sexta-feira (3/10), ao lado do parceiro Maskim Chmerkovskiy, ela levou um tombo e rompeu o Tendão de Aquiles.

Com um par de muletas, ela apareceu no episódio desta segunda-feira (6/10) para anunciar sua saída do programa e que irá passar por uma cirurgia nesta terça-feira. Mas Misty May garantiu que após se recuperar da lesão, voltará ao programa.

Foto: Misty May-Treanor e o parceiro Maskim Chmerkovskiy

Crédito: Divulgação/ABC .com

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Nuzman reinventa a matemática para inflar a participação do Brasil em Pequim

Incrível o trabalho que o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, teve para tentar explicar a participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Pequim, encerrados domingo e que tiveram uma modesta coleta de medalhas por parte do Brasil: 15 no total (igualando Atlanta-96), sendo três de ouro, quatro de prata e oito de bronze. Segundo o dirigente, numa coletiva em que fez um balanço do Brasil nos Jogos, houve uma inquestionável evolução.

"O crescimento esportivo de um país não deve ser medido apenas por medalhas. A presença de um maior número de atletas e de modalidades em finais olímpicas indicam a evolução qualitativa do esporte brasileiro nas últimas quatro edições dos Jogos Olímpicos", enalteceu Nuzman, lembrando que o país chegou a 38 finais (contra 30 de Atenas-04), além deter conquistado três medalhas de ouro inéditas (César Cielo/natação, Maurren Maggi/atletismo e vôlei feminino).

Porém, o cartola usou dois critérios diferentes ao analisar os pódios brasileiros. Por exemplo, exaltou que o Brasil ficou em 17º lugar na classificação por total de medalhas e que terminou à frente de Cuba em relação a ouros conquistados. Engraçado é que no total de medalhas, os cubanos ficaram à frente (24 contra 15)...

O problema é que todo este exercício matemático cai por terra quando confrontamos o desempenho olímpico brasileiro ao investimento federal na delegação. Nunca antes na história deste país (como diria o presidente Lula) se colocou tanto dinheiro em uma delegação esportiva. Neste ciclo olímpico (2005-08), o esporte de alto rendimento recebeu cerca de R$ 1,2 bilhão, incluídos aí verba da Lei Piva, lei de incentivo fiscal, patrocínios estatais e programa Bolsa Atleta, segundo reportagem desta segunda-feira, na Folha de S. Paulo.

Com tanto dinheiro assim, seria natural esperar uma participação melhor e em uma quantidade maior de modalidades. Mas o que se viu foram os mesmos esportes sendo premiados (vôlei, vôlei de praia, natação, iatismo, judô, atletismo, futebol), com o taekwondo sendo a exceção.

Para Londres-2012, que se faça um controle mais rígido do destino das verbas públicas no investimento olímpico, com a instalção de um programa de metas. Ou do contrário, daqui a quatro anos estaremos festejando os poucos heróis olímpicos de sempre e chorando as medalhas perdidas.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Musas de Pequim (5): Ana Paula

Nome: Ana Paula Rodrigues Connelly
Modalidade: vôlei de praia (faz dupla com Larissa França)
Nascimento: 13/02/1972 (36 anos)
Local: Lavras (MG)
Altura: 1m83
Peso: 68kg
Currículo: medalha de bronze no vôlei de quadra, em Atlanta/96; na praia, campeã do circuito mundial em 2003

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Internauta seca Michael Phelps e aposta tudo em Ana Paula e Larissa

O nadador americano Michael Phelps está cada vez mais próximo de quebrar o histórico recorde de Mark Spitz, mas ainda assim tem gente achando que ele irá se dar mal. Para 53% dos internautas que freqüentam este blog, Phelps não terá sucesso em ultrapassar as sete medalhas de ouro numa mesma edição de Jogos Olímpicos, como Spitz fez em Munique-72. Já 46% acreditam que o americano irá conseguir (eu me incluo entre eles).

Já a porção pacheca dos internautas bota fé no desempenho na dupla recém-formada Ana Paula e Larissa, no torneio de vôlei de praia. Segundo 76% dos blogueiros, as brasileiras têm boas chances de brigar pela medalha de ouro.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Pequim-08: Brasil, o país do futebol. E do quimono e da vela...

Com as medalhas obtidas nesta segunda-feira por Leandro Guilheiro (foto) e Ketleyn Quadros, o judô alcançou o iatismo como o esporte que mais medalhas deu ao Brasil em Jogos Olímpicos.

As duas modalidades somam atpe agora 14 medalhas, mas o iatismo leva vantagem em número de medalhas de ouro (6 a 2). O atletismo ainda leva vantagem pelo fato de ter uma medalha de ouro a mais (3 a 2).

Confira as medalhas divididas por modalidade em Olimpíadas:

Iatismo: 6 ouro/ 2 prata/ 6 bronze = 14
Atletismo: 3 ouro/ 3 prata/ 7 bronze = 13
Judô: 2 ouro/ 3 prata/ 7 bronze = 14
Vôlei de praia: 2 ouro/ 4 prata/ 1 bronze = 7
Vôlei: 2 ouro/ 1 prata/ 2 bronze = 5
Tiro esportivo: 1 ouro/ 1 prata/ 1 bronze = 3
Hipismo: 1 ouro/ 2 bronze = 3
Natação: 3 prata/ 6 bronze = 9
Futebol: 3 prata/ 1 bronze = 4
Basquete: 1 prata/ 4 bronze = 5
Boxe: 1 bronze = 1

domingo, 10 de agosto de 2008

A primeira mala de Pequim-08

As Olimpíadas de Pequim estão apenas em seu segundo dia de competições, mas a primeira mala olímpica já deu o ar de sua graça.

Em contagem regressiva para desaparecer do cenário político mundial, o presidente americano George W. Bush resolveu faturar um pouco em cima dos Jogos Olímpicos.

E depois de ter sido estabanado politicamente ao desembarcar na China, ao reclamar publicamente da falta de liberdade política; depois de ter recebido algumas vaias na cerimônia de abertura dos Jogos; eis que Bush resolveu bater uma bolinha no vôlei de praia.

Sofrendo com o calor, o mala olímpico esteve no sábado acompanhando o treinamento da dupla feminina de vôlei de praia Walsh e May, atuais campeãs olímpicas, com quem tentou trocar alguns passes (sem sucesso, é claro). Neste domingo, foi ao Cubo D'Água, com bandeirinha e tudo, para ver Michael Phelps conquistar sua primeira medalha de ouro.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Pequim-08: Lambanças brasileiras

Nesta última semana pré-Jogos Olímpicos, mais do que a série de problemas que atingiram três equipes brasileiras, ficou claro que faltou um pouco mais de organização, seja por parte das próprias confederações, seja também pelo próprio Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que é quem coordena a participação olímpica do país.

Há pouco, no Sportv, um repórter entrava ao vivo da casa da judoca Andressa Fernandes, reserva imediata da meio-leve Érika Miranda, cortada na terça-feira devido a uma lesão no joelho. Apenas nesta quinta-feira Confederação Brasileira de Judô (CBJ) conseguiu confirmar a inscrição de Andressa, que embarca à tarde para Pequim, onde deverá chegar no sábado pela manhã. Sua competição está marcada para domingo.

Tudo isso seria evitado se a CBJ tivesse optado em levar para o período de aclimatação no Japão os reservas do time principal, e não a equipe junior, que se preparava para o Mundial da categoria.

Da mesma forma, chega a ser bizarro que a tão organizada Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) tenha jogado todas as fichas na improvável (como se mostrou) recuperação de Juliana, vítima de uma séria contusão no joelho. A decisão ficou nas mãos da atleta, que no final percebeu que não teria condições mesmo de jogar. Resultado: Ana Paula teve que arrumar as malas às pressas para chegar sexta-feira em Pequim e já jogar no sábado.

E o que dizer do mal-explicado caso de doping do armador Jaqson, da seleção de handebol? Se os cartolas da CBHd já tinham conhecimento do resultado do exame, por que não o dispensaram da fase de aclimatação no Japão, para já então chamar seu substituto, Alexandre Rodrigues?

É muita confusão junta em tão pouco tempo.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Pequim-08: corte de Juliana demorou até demais para acontecer

A notícia da desistência de Juliana em participar do torneio feminino de vôlei de praia dos Jogos Olímpicos de Pequim não deve surpreender ninguém.

A parceira de Larissa, com quem forma uma das melhores duplas do mundo, não conseguir superar, apenas na base de fisioterapia e de uma "joelheira mágica" a séria contusão no joelho direito ocorrida há um mês, na etapa de Paris do Circuito Mundial.

Após um treino realizado terça à noite, Juliana sentiu dores e preferiu abrir mão da vaga. Mas será que precisaria esperar até o último momento para ver que ela não tinha nenhuma condição de jogar?

Ninguém discute o direito de cada atleta lutar até quando puder para participar de uma competição tão importante quanto as Olimpíadas. Mas neste caso parece que o aspecto emocional acabou pesando e o profissional foi deixado de lado. E se ela resolvesse mesmo jogar e, na estréia, o joelho sofresse uma lesão ainda mais grave?

Pior ainda é que Ana Paula, substituta de Juliana, terá que viajar às pressas e mal terá tempo para treinar ao lado de Larissa para a estréia nos Jogos, no sábado.

Foto: Larissa e Juliana, durante o Pan do Rio, em 2007

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Pequim-08: confira quais serão os grupos dos torneios de vôlei de praia

Feminino
Grupo A: Tian/Wang (CHN), Maaseide/Glesnes (NOR), Van Breedam/Mouha (BEL), Montagnolli/Swoboda (AUT)
Grupo B: Walsh/May-Treanor (EUA), Hakedal/Torlen (NOR), Grasset/Peraza (CUB), Saiki/Kusuhara (JAP)
Grupo C: Juliana/Larissa (BRA), Barnett/Cook (AUS), Uryadova/Shiryaeva (RUS), Saka/Rtvelo (GEO)
Grupo D: Xue/Zhang (CHN), Goller/Ludwig (ALE), Koutroumanidou/Tsiartsiani (GRE), Augoustides/Nel (AFS)
Grupo E: Branagh/Youngs (EUA), Pohl/Rau (ALE), Ribalta/Crespo (CUB), Kadijk/Mooren (HOL)
Grupo F: Talita/Renata (BRA), Karantasiou/Arvaniti (GRE),
Schwaiger/Schwaiger (AUT), Candelas/Garcia (MEX)
Masculino
Grupo A: Xu/Wu (CHN), Herrera/Mesa (ESP), Kais Kr./Vesik (EST), Gosch/Horst (AUT)
Grupo B: Rogers/Dalhausser (EUA), Heyer/Heuscher (SUI), Conde/Baracetti (ARG), Samoilovs/Plavins (LET)
Grupo C: Ricardo/Emanuel (BRA), Schacht/Slack (AUS), Geor/Gia (GEO), Fernandes/Morais (ANG)
Grupo D: Marcio Araujo/Fabio Luiz (BRA), Barsouk/Kolodinsky (RUS), Doppler/Gartmayer (AUT), Lione/Amore (ITA)
Grupo E: Nummerdor/Schuil (HOL), Klempere/Koreng (ALE), Kjemperud/Skarlund (NOR), Laciga M./Schnider (SUI)
Grupo F: Brink/Dieckmann Ch.(ALE), Gibb/Rosenthal (EUA), Boersma E./Ronnes (HOL), Asahi/Shiratori (JAP)

Pequim-08: Duplas brasileiras no vôlei de praia enfrentam compatriotas na 1ª fase

A notícia saiu na última sexta-feira, mas ainda vale o registro. No sorteio das chaves do torneio olímpico de vôlei de praia, realizado na última sexta-feira, as principais duplas brasileiras, formadas por Ricardo/Emanuel (masc) e Juliana/Larissa (fem) terão que enfrentar outros brazucas na fase de classificação.

Na verdade, são brasileiros de nascimento, mas que adotaram outra nacionalidade esportiva. Na chave masculina, Ricardo e Emanuel são os cabeças-de-chave do Grupo C e terão outros três adversários. Um deles será a parceria formada por Geor/Gia, representando a Geórgia. Na verdade, tratam-se de Renato Gomes (Geor) e Jorge Terceiro (Gia), que sem chance no circuito brasileiro, se naturalizaram e conseguiram vaga para Pequim.

Na chave feminina, Larissa e Juliana, cabeças-de-chave do Grupo C, também terão uma dupla da Geórgia, Saka e Rtvelo, também conhecidas como Cristiane Santanna e Andrezza Martins, respectivamente.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Diário Esportivo: na coluna desta semana do Diário de S. Paulo, o tênis está em alta

Tênis brasileiro volta a ter motivos para sonhar

Após a aposentadoria de Gustavo Kuerten, não foram poucos (entre os quais me incluo) que vislumbraram um longo período de vacas magras atravessando o caminho do tênis brasileiro. Afinal, o que esperar de uma modalidade que não teve a competência suficiente para aproveitar a popularidade de um dos maiores ídolos esportivos da história deste país? Mas os acontecimentos das últimas semanas serviram para tornar o horizonte das quadras nacionais um pouco mais azul.

Primeiro, dois brasileiros estão garantidos no torneio masculino de tênis dos Jogos Olímpicos de Pequim: Thomaz Bellucci e Marcos Daniel. O paulista Bellucci, melhor do país no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), em 68 lugar, assegurou sua vaga na quadra, no último dia 5, ao bater o tcheco Tomas Berdych, número 13 do mundo, no challenger de Prostejov (Tch).

Já o gaúcho Daniel, 76 no ranking mundial, carimbou o seu passaporte na última terça-feira, após a ATP anunciar a desistência de dez tenistas que estavam à sua frente na classificação. Se tudo isso já não bastasse, eis que Bellucci passou esta semana pela primeira rodada do tradicional Torneio de Wimbledon e tornando-se o primeiro brasileiro desde 2003 a conseguir tal feito. Mesmo já tendo sido eliminado na quarta-feira, Bellucci vem mostrando que tem potencial para ser muito mais do que uma promessa. O que, convenhamos, no cenário atual do tênis nacional, significa muita coisa.

O drama de Juliana
Chega a comover o esforço que a jogadora de vôlei de praia Juliana faz para não ficar fora das Olimpíadas. Mas é preciso ter cuidado para que todo este esforço não aumente ainda mais o drama da atleta, que compõe com Larissa a melhor dupla brasileira na modalidade. Uma lesão no ligamento dos joelhos não é algo simples. Todo cuidado neste caso é pouco, para não correr o risco de estragar uma carreira brilhante.

Natação sem ilusões
As meninas da natação brasileira que vão a Pequim estão confiantes em obter bons resultados, mas conscientes de suas limitações. Esta foi a impressão deixada por algumas de suas integrantes, em evento no Pinheiros esta semana. “É difícil imaginar que vamos chegar à final olímpica. Mas isso não quer dizer que a natação brasileira não evoluiu. É só comparar o número de meninas que conseguiram cinco índices, contra três da última olimpíada”, disse Flavia Delaroli, classificada para nadar os 50m livre.

Perguntar não ofende
Como Leandrinho explica sua presença em um jogo de futebol beneficente, organizado pelo amigo Steve Nash, se pediu dispensa da seleção brasileira de basquete para tratar o joelho? (colaborou Jorge Nicola, do Diário de S. Paulo)

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Diário Esportivo: eis a coluna da semana...


Esquenta a briga nas areias por uma vaga em Pequim

A data de 20 de julho anda martelando a cabeça de algumas duplas brasileiras que disputam o circuito mundial de vôlei de praia. Neste dia, termina o período de qualificação olímpica estabelecido pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB). Com os resultados obtidos nas diversas etapas do circuito até 20/7, serão formadas as chaves que irão participar dos torneios masculino e feminino nos Jogosde Pequim. E pelo andar da carruagem, haverá uma verdadeira briga de foice entre os brasileiros para assegurar um lugar no vôo para a China, no início de agosto.

O Brasil enviará duas duplas nas chaves masculina e feminina nas Olimpíadas de Pequim. Só que destas quatro vagas, duas delas praticamente já têm donos certos: Ricardo e Emanuel (os atuais campeões olímpicos), no masculino, e Juliana e Larissa, no feminino. A menos que ocorra uma grande zebra nas próximas etapas do circuito, estas parcerias estarão classificadas sem problemas. Em compensação, a disputa pelos dois derradeiros lugares deve render fortes doses de emoção. Pedro/Harley e Márcio/Fábio Luiz, no masculino; Talita/Renata e Ana Paula/Shelda, no feminino, terão mais seis etapas (sem contar a de Barcelona, atualmente em disputa) para garantir a classificação. Neste roteiro, merecem atenção especial as quatro etapas válidas pelo Grand Slam do circuito, cuja pontuação também é especial: Berlim (9 a 14/6); Paris (16 a 22/6); Stavanger, na Noruega (23 a 28/6); e Moscou (30/6 e 5/7).

Clássico brasileiro
O Aberto de Barcelona reserva hoje um duelo direto por uma das vagas em Pequim. Pelas oitavas-de-final, a dupla Pedro/Harley enfrentará Márcio/Fábio Luiz, em um clássico brasileiro na Catalunha. Se ficar ao menos em segundo lugar na etapa e terminar à frente de seus rivais, Pedro e Harley estarão em boa posição para ir à Pequim.

Meninas na repescagem
Na chave feminina de Barcelona, Renata/Talita e Ana Paula/Shelda jogarão a repescagem hoje, buscando uma vaga nas semifinais. Segundo o ranking atual da FIVB, Renata e Talita apresentam uma boa vantagem sobre suas rivais brasileiras, cuja parceria foi formada somente neste ano.

Italianos ameaçados
Neste final de semana, começam a ser definidas as três últimas vagas do torneio olímpico masculino de vôlei. As maiores atenções estarão no Pré-Olímpico do Japão, que tem duas vagas em jogo e que conta com a participação da seleção da Itália, maior rival do Brasil na década de 90, mas que atualmente está em crise. Em Portugal, no outro Pré-Olímpico mundial, a seleção da casa, dirigida pelo brasileiro Jorge Schmidt, é a favorita para a vaga.

Foto: a brasileira Renata, durante a final da etapa de Barcelona do Circuito Mundial de vôlei de praia
Crédito: Mauricio Kaye/divulgação CBV

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Diário Esportivo: a coluna de hoje do Diário de S. Paulo já está no ar

Escolha seu favorito para brilhar em Pequim

Atire a primeira pedra quem nunca na vida se arriscou a escolher um vencedor num evento esportivo. Vale tudo, de uma aposta na velha Loteria Esportiva até aquele bolão no escritório em época de Copa do Mundo. A vontade de dar um pitaco é tanta que ninguém resiste. Nas Olimpíadas, isto também acontece, mas de uma forma um pouco mais elaborada. O "bolão" olímpico mais famoso que existe é produzido pela conceituada revista esportiva americana "Sports Illustrated", que a cada quatro anos, sempre antes dos Jogos Olímpicos, produz uma edição especial na qual faz uma análise detalhada dos candidatos a ganhar as futuras medalhas olímpicas.

E para quem acha que se trata de um mero “chutômetro”, os resultados das previsões são até bem razoáveis: 48% de acerto em relação aos medalhistas e 22% na classificação do pódio. E os americanos nem se utilizam de métodos científicos nesta análise. Eles tomam como base os últimos resultados dos favoritos, além de entrevistas com dois especialistas na modalidade. Longe da pretensão de querer imitar a "Sports Illustrated", mas motivado pela irresistível tentação de também dar os meus pitacos, segue uma relação de alguns brasileiros e o que poderão fazer em Pequim. Quer apostar?

Ouro garantido
A principal esperança de medalha de ouro para o Brasil em Pequim será a seleção brasileira masculina de vôlei (foto). A equipe comandada por Bernardinho manteve a base campeã em Atenas e tem tudo para repetir o feito. Outro ouro quase certo é no vôlei de praia masculino, com a dupla Ricardo e Emanuel, atuais campeões olímpicos. Na ginástica artística, Diego Hypólito chega embalado pelo bicampeonato mundial no solo e, se tiver feito uma boa recuperação da cirurgia no joelho, pode brilhar. E tomando como base em resultados dos últimos mundiais — quando se sagraram campeões —, são considerados favoritos também Robert Scheidt e Bruno Prada, no iatismo (classe Star), além de Thiago Camilo e João Derly, no judô.

Prata à vista
O futebol brasileiro dificilmente deixará escapar um lugar no pódio. Mas será complicado ocupar o lugar mais alto em Pequim. No masculino, a seleção terá problemas para superar, por exemplo, a Argentina, de Messi e Riquelme. E no feminino, será que a genial Marta conseguirá superar a forte Alemanha?

Vem medalha aí
Eis a turma que dificilmente deixará Pequim de mãos abanando, não importa a cor do metal: vôlei feminino, vôlei de praia feminino (Juliana e Larissa), Jadel Gregório e Maurren Maggi (atletismo), César Cielo e Tiago Pereira (natação) e Luciano Corrêa (judô).

Crédito da foto: FIVB/Divulgação

Related Posts with Thumbnails