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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

E Bernardinho continua se explicando...

Eis que recebo um release da assessoria de imprensa da TV Record, para divulgar a reportagem deste sábado do programa Esporte Fantástico, com o técnico Bernardinho, da seleção brasileira masculina de vôlei.


Bernardinho orienta a seleção, durante o Mundial da Itália/Crédito: Divulgação



Esporte Fantástico exibe entrevista
exclusiva com Bernardinho

Técnico da seleção brasileira masculina de vôlei revela se o Brasil entregou o jogo para a Bulgária, no Campeonato Mundial da modalidade

"Na tarde do próximo sábado, dia 11/12, às 13h, o programa esportivo da Record exibe uma entrevista exclusiva com Bernardinho, um dos principais treinadores brasileiros de todos os tempos.

A apresentadora do Esporte Fantástico, Mylena Ciribelli, foi ao encontro do técnico da seleção brasileira masculina de vôlei para um bate-papo descontraído. Entre o balanço do ano e algumas brincadeiras, Bernardinho também falou sobre uma polêmica derrota. Na primeira fase do Campeonato Mundial, o Brasil enfrentou a Bulgária com um time desfigurado, perdeu o jogo e acabou caindo em um grupo mais fácil na fase seguinte. Os italianos, que recebiam o torneio, ficaram indignados e protestaram dando as costas para a quadra. A seleção brasileira foi duramente criticada por torcedores e jornalistas.

Bernardinho contou sobre todo o episódio. 'Realmente aconteceu uma votação; a votação era se nós jogaríamos com a força máxima ou não. Eu fui voto vencido', esclareceu. Ainda assim, ele garante que o time não jogou para perder. 'Ninguém disse ‘não, nós vamos entregar o jogo’, nada disso! Eu disse: nós vamos jogar com o time desfigurado! Eu desafio qualquer pessoa a provar que eu disse a qualquer jogador ‘entrega o jogo, erra!’ Eu duvido! Eu nunca fiz isso, não aconteceu!'”.
 Sei não...já se vão quase dois meses da conquista do tricampeonato mundial masculino pela seleção brasileira, mesmo período do polêmico jogo contra a Bulgária. E Bernardinho continua se explicando. Até apelou para Houaiss, ao falar em "autofagia", pela forma com a qual o assunto não se esgota na imprensa brasileira.

O problema é que Bernardinho está mal acostumado em ser bajulado em razão de seu sucesso à frente do vôlei masculino brasileiro. E precisa ficar se explicando, explicando...Ele jamais vai admitir, mas mesmo que não tenha dado a ordem, o Brasil entregou SIM o jogo para a Bulgária.

Assumam logo este troço e parem de ficar batendo na mesma tecla, caramba!

domingo, 14 de novembro de 2010

Os campeões do Mundial feminino de vôlei

1952 (URSS)
  1. URSS
  2. Polônia
  3. Tchecoslováquia
1956 (França)
  1. URSS
  2. Romênia
  3. Polônia
1960 (Brasil)
  1. URSS
  2. Japão
  3. Tchecoslováquia
1962 (URSS)
  1. Japão
  2. URSS
  3. Polônia
1967 (Japão)
  1. Japão
  2. EUA
  3. Coreia do Sul
1970 (Bulgária)
  1. URSS
  2. Japão
  3. Coreia do Norte
1974 (México)
  1. Japão
  2. URSS
  3. Coreia do Sul
1978 (URSS)
  1. Cuba
  2. Japão
  3. URSS
1982 (Peru)
  1. China
  2. Peru
  3. EUA
1986 (Tchecoslováquia)
  1. China
  2. Cuba
  3. Peru
1990 (China)
  1. URSS
  2. China
  3. EUA
1994 (Brasil)
  1. Cuba
  2. Brasil
  3. Rússia
1998 (Japão)
  1. Cuba
  2. China
  3. Rússia
2002 (Alemanha)
  1. Itália
  2. EUA
  3. Rússia
2006 (Japão)
  1. Rússia
  2. Brasil
  3. Sérvia
2010 (Japão)
  1. Rússia
  2. Brasil
  3. Japão

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Antes tarde do que nunca, né Bernardinho?

Bernardinho finalmente admtiu que o Brasil entregou o jogo para a Bulgária
Demorou quase um mês, mas finalmente um integrante da seleção brasileira masculina de vôlei admitiu a maracutaia de entragar uma partida para a Bulgária, no Mundial masculino da Itália, para escapar de um grupo mais difícil na competição. O integrante, no caso, tem uma importância bastante razoável: trata-se de Bernardo rezende, o Bernardinho, o técnico multiocampeão do vôlei brasileiro.

Em entrevista à Revista Alfa, da editora Abril, que chega às bancas na próxima semana, Bernardinho conta que não gostou do caminho adotado pelo Brasil no torneio. "A gente tinha de tomar um caminho. Mas é um caminho que eu nunca quero tomar de novo. Eu queria pedir desculpas às pessoas. Se você me perguntar se eu me orgulho, eu digo: 'De forma nenhuma'. Vai contra tudo aquilo que eu sempre preguei, os princípios em que acredito".

Parabéns pelas palavras, Bernardinho. Pena que você demorou quase 30 dias para admitir algo tão óbvio, ainda por cima se preocupando em criticar - você e seu capitão, o craque Giba - a atitude da imprensa brasileira, que na volta vitoriosa da delegação ao Brasil procurou ouvir as opiniões dos jogadores sobre aquele jogou que manchou a brilhante conquista do tricampeonato mundial do Brasil.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Ary Graça não quer largar o osso

Ary Graça, presidente da CBV: em defesa da cadeita cativa dos cartolas

"Coincidentemente, as confederações que têm presidentes há mais tempo no poder são as dos esportes mais conhecidos. Então, não há polêmica." A declaração do presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça, à reporter Mariana Bastos, da Folha de S. Paulo, publicada nesta quarta-feira, mostra de forma clara como funciona a cabeça dos cartolas brasileiros.

Ninguém aqui vai discutir a competência de Graça no comando da CBV, especialmente nos últimos dez anos, período em que a seleção masculiona adulta tornou-se a melhor equipe do mundo, além da feminina ter conquistado a medalha de ouro olímpico em Pequim-08. Sem contar as inúmeras vitórias em competições internacionais nas categorias de base. O vôlei é um case de sucesso no universo esportivo brasileiro.

Isso não significa que o vôlei é imune a erros. Muito pelo contrário. A própria Superliga, lançada com pompa nesta última terça-feira, em São Paulo, é cheia de problemas, com algumas equipes muito fortes, com astros campeões olímpicos e mundias, e outras que sofrem para pagar as contas. Os campeonatos regionais, especialmente em São Paulo, são bizarros.

A questão do continuísmo, tão defendida por Ary Graça, é algo que não combina com o sucesso do vôlei dentro das quadras. O cartola argumenta, dentro de uma lógica totalmente discutível, que a CBV é como uma empresa que dá lucros, e que ninguém manda embora o presidente quando a empresa ganha dinheiro.

O que talvez Ary Graça desconheça é uma palavrinha conhecida, muito em moda atualmente, mas cuja prática é difícil de se implementar: democracia. Não há sucesso completo quando não há troca no poder.


E o pior foram os exemplos citados pelo presidente da CBV à Folha  como casos que justifiquem a longevidade no comando de suas confederações, como Coaracy Nunes (natação), Roberto Gesta de Mello (atletismo), Ricardo Teixeira (futebol) e Alaor Azevedo (tênis de mesa). Exemplos nos quais, com exceção do tênis de mesa, os resultados esportivos até apareceram, mas cujas gestões estão repletas de problemas e, em alguns casos, até denúncias.

Meu caro Ary Graça, por mais que você não queria aceitar, no esporte, assim como na vida, quando não há democracia, alguma coisa está errada.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Giba ataca os críticos na volta da seleção


"É triste você fazer tanto pelo País e ver essa palhaçada. Nunca pensamos em marmelada. Não sei porque falam de derrota para a Bulgária se somos tricampeões. Porque não falam da derrota para Cuba, o melhor jogo do Mundial?"


Giba, capitão da seleção brasileira masculina de vôlei, dando um xilique na chegada da equipe ao Brasil e mostrando indignação com as perguntas sobre a partida em que o Brasil entregou o jogo para a Bulgária, durante o Mundial da Itália.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Reflexões (sem pachequismo) sobre o brilhante e manchado título do vôlei

Jogadores e integrantes da comissão técnica do Brasil comemoram o título na Itália/Crédito: FIVB

Seria chover no molhado falar sobre as qualidades do vôlei brasileiro, que neste domingo se consagrou com a seleção brasileira masculina, que conquistou, de forma brilhante, o tricampeonato mundial masculino, ao derrotar Cuba de forma impiedosa por 3 sets a 0. Um resultado que sacramentou o vôlei como o segundo esporte do Brasil, em termos de conquistas e também em popularidade. Afinal, depois do futebol, só mesmo o vôlei obteve tantas conquistas internacionais, às quais somam-se três medalhas de ouro olímpicas (duas no masculino e uma no feminino).

Isto posto, é necessário que se faça uma reflexão muito realista e despida de qualquer sentimento pachequista (quer saber mais sobre os pachecos? Leia aqui). Daqui a 50 anos, quando alguém escrever sobre a história do Campeonato Mundial masculino de vôlei, lembrará da brilhante conquista do tricampeonato brasileiro em 2010. Mas também precisará citar que neste ano, a seleção comandada pelo competente técnico Bernardinho entregou um jogo para a Bulgária com o objetivo de pegar uma suposta chave mais fácil e assim ter sua vida facilitada ao longo do torneio.

Embora os xiitas da objetividade esportiva argumentem que o Brasil usou apenas das mesmas armas dos rivais diante de um regulamento estúpido e que permitia marmeladas, o fato é que o título brasileiro ficou manchado. Gostem ou não os pachecos, goste ou não o próprio Bernardinho, que ao melhor estilo "Vocês vão ter que me engolir", eternizado por Zagallo na Copa América de 1997, deu uma cutucada em quem ousou criticar sua escolha deprimente. "É fácil ficar de fora, na frente do computador, escrevendo. Tem que viver isso aqui para poder julgar".

Uma tola lição de moral de uma pessoa vencedora, sem dúvida, mas que não suporta críticas, a ponto de escolher até para quem quer dar ou não entrevistas e que se julga no direito de ligar para editores de jornais e reclamar de uma postura mais dura de algum repórter. Este mesmo competente Bernardinho jamais terá a coragem de admitir publicamente aquilo que o líberto da seleção, Mario Júnior, reconheceu. "O momento mais difícil foi entregar o jogo contra a Bulgária. No começo, eu não consegui. Não sabia como fazer, nunca tinha feito isso na minha vida antes. Jogamos de acordo com as regras do campeonato".

O Brasil tem o melhor vôlei do mundo e já faz tempo. Uma hegemonia que irá demorar muito para ser quebrada. Mas que ninguém se esqueça: este título mundial foi manchado pelas cores da maracutaia. Goste ou não a turminha pacheca do vôlei.

sábado, 2 de outubro de 2010

O vôlei e seus regulamentos estúpidos

Jogadores da Espanha comemoram a inesperada vitória sobre a Rússia/Crédito:FIVB

Não é de hoje a minha implicância com os regulamentos dos campeonatos de vôlei. Inclusive os do Brasil, mais precisamente da Superliga, conforme este blog mesmo tratou de criticar em outros tempos. Até o Mundial de Clubes foi alvo de polêmica no ano passado, despertando até reclamações do levantador brasileiro Bruninho.

Comparado com o basquete, por exemplo, o vôlei perde de goleada em termos de regulamento de campeonatos. E quando a falta de transparência chega ao torneio mais importante da modalidade, no caso o Campeonato Mundial masculino, que está sendo realizado na Itália, o problema é ainda mais grave.

Uma série de resultados "surpreendentes" ocorridos na segunda fase do torneio revoltou os integrantes da seleção brasileira. Algumas equipes, como Rússia e EUA, perderam de forma inacreditável suas partidas, o que na teoria as colocaria em chaves mais "fáceis" na próxima etapa da competição.

Antes de mais nada, uma breve observação: os cartolas da FIVB têm uma enorme parcela de culpa nisso, pois ao invés de copiar o que o basquete fez (24 seleções divididas em quatros grupos de seis, classificando-se as quatro melhores de cada um para os mata-matas), preferiu realizar um emaranhado de fases, com chaves de três equipes, nas quais ois dois melhores avançam! Está aberto o caminho para as mutretas.

Confira abaixo algumas frases que jogadores e ex-jogadores da seleção brasileira sobre os "estranhos resultados" do Mundial masculino de vôlei:

  • "Vergonha o que tá acontecendo no Mundial. Por causa da combinação de chaves, nem sempre vencer é o melhor resultado. Absurdo" - Rodrigão
  • "Espanha ganhou da Rússia. Me parece que todos estão querendo  fugir do Brasil! Uma hora não vai ter jeito...haha, fórmula do Mundial vergonhosa" - Nalbert
  • "Vamos dormir com a pulga atrás da orelha" - Leandro Vissotto
  • "A fórmula é ridícula e beneficia a Itália em todas as hipóteses - Bruninho
  • "O regulamento foi tão mal-construído que chega a ser vergonhoso (...) Fizeram uma fórmula que faz o perdedor cair em uma chave mais fácil" - Bernardinho

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Este é o organizado vôlei brasileiro?

Comentário do blog: se isso aí ocorresse no basquete, caia até o presidente da CBB...

Do UOL - 29/9/2010


Primeiro treino do Brasil em Ancona tem repórter em quadra e tietagem de zebra


Roberta Nomura
Em Ancona (Itália)


Após um dia sem trabalho com bola, a seleção brasileira masculina foi fazer o reconhecimento do ginásio Palarossini, em Ancona, nesta quarta-feira. O primeiro treino na nova casa do Brasil no Campeonato Mundial teve a participação de repórter de TV para suprir a ausência de Marlon e tietagem da zebra Camarões.


Marlon ainda se recupera de problemas de saúde. O levantador está com suspeita de Doença de Crohn (inflamação crônica no intestino) e o resultado da biópsia realizada deve sair até esta quinta-feira. Mesmo se tiver uma recuperação clínica, o jogador deve perder toda a segunda fase porque ainda está debilitado e de 4 a 5 kg mais magro.


Em Verona, a comissão técnica convidou Maurizio Latelli, do time local, para render Marlon em um treino. O jogador italiano se revezou em quadra com o brasileiro. Ao ter a confirmação da ausência de Marlon, Bernardinho descartou improvisar e disse que esperava contar sempre com atletas emprestados.


Nesta quarta-feira, o repórter do canal Sportv Alexandre Oliveira foi o escolhido por Bernardinho. O ex-levantador utilizou o uniforme do médico da seleção Álvaro Chamecki para participar da atividade. O jornalista atuou como jogador profissional de 1990 a 2005 e chegou a ser campeão da Superliga pela Unisul na temporada 2003/2004, quando era reserva de Marcelinho. Na ocasião, Bruninho era o terceiro levantador.


"Em qualquer bola eles falavam, elogiavam. Mas eu acertei algumas boas e eles viravam e diziam: 'muito bom'. Os caras foram superligais. Foi inesquecível. Quando você começa a carreira profissional tem a intenção de chegar à seleção, mas falta alguma coisa. E quando você para de jogar, está do outro lado para contar histórias, recebe um convite assim. Foi muito bom poder ajudar. Pena que foi tão rápido", disse Alexandre Oliveira.

domingo, 26 de setembro de 2010

Isso é incrível: vôlei brasileiro
tem crise de amadorismo

Bruninho é o único levantador do Brasil no Mundial da Itália/Crédito: CBV

A seleção brasileira masculina de vôlei, que hoje deve encerrar sua participação na primeira fase do Campeonato Mundial da Itália com nova vitória diante de Cuba, está passando por uma baita saia-justa: não conta, neste momento, com um reserva para a posição de levantador.

Em razão de Marlon estar afastado com suspeita da Doença de Crohn (inflamação crônica intestinal), o único jogador para a posição entre os convocados pelo técnico Bernardinho é Bruninho, que nos últimos jogos nem vinha atuando como titular. Como o estado clínico de Marlon piorou na sexta-feira à noite, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) tentou junto à FIVB efetura a troca, mas a entidade negou. A alegação é que o prazo final tinha se esgotado na sexta-feira à tarde.

Resultado: Bruninho é o único levantador do time e nem há a possibilidade de ser poupado durante a forte sequência de jogos. Ou seja, só resta torcer para que ele não sofra nenhuma lesão e que Marlon se recupere o mais rápido possível.

Só que, pelo visto, Marlon já estava com este problema há um bom tempo, ainda na fase de preparação. Melhorava um pouco e depois voltava a sentir os sintomas. Por que não fizeram todos os exames no jogador antes do prazo limite das inscrições? Será que não teria sido melhor a CBV, que normalmente está anos-luz à frente das demais modalidades esportivas brasileiras em termos de organização, ter se precavido e trocado o atleta? CBV pisou na bola feio neste caso.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Dez informações legais para você acompanhar o Mundial masculino de vôlei



  1. Esta será a 17ª edição do Mundial masculino de vôlei. A primeira delas foi realizada em 1949, na cidade de Praga, na então Tchecoslováquia. A União Soviética ficou com o título.
  2. A Rússia, herdeira esportiva da extinta União Soviética, é o único país que participou de todas as edições do Mundial masculino. O Brasil esteve presente em 14 edições da competição, participando pela primeira vez em 1956, na França, quando terminou em 11º lugar.
  3. A Itália está organizando o Mundial masculino pela segunda vez na história - a primeira foi em 1978. Mas outros países também receberam a competição em pelo menos duas ocasiões. Foram eles: Tchecoslováquia (1949 e 1966), URSS (1952 e 1962), França (1956 e 1986), Brasil (1960 e 1990), Argentina (1982 e 2002) e Japão (1998 e 2006).
  4. Comandante no bicampeonato mundial, em 2002 e 2006, o técnico Bernardinho poderá entrar para a história do esporte brasileiro caso sua equipe conquiste o tricampeonato. Nenhum treinador do país em esportes coletivos foi três vezes campeão mundial. Atualmente, Bernardinho está empatado com Togo Renan Soares, o Kanela, que foi bicampeão com a seleção masculina de basquete em 1959/63.
  5. O jogador mais alto que estará em quadra neste Mundial é o russo Muserskiy, com 2m17. O mais baixo é o japonês Yusuke, com 1m73. O mais alto brasileiro na competição é Leandro Vissotto, com 2m12
  6. O mais velho a entrar em quadra será o porto-riquenho Rodriguez, com 41 anos e dois meses. O mais novo é Leon, de Cuba - 17 anos e um mês
  7. Ninguém jogou mais vezes por uma seleção nacional que o australiano Hardy. Ele já entrou em campo 404 vezes pela Austrália. O brasileiro Giba é o terceiro jogador com maior número de partidas internacionais: 308
  8. A primeira vez que o Mundial de vôlei (masculino e feminino) foi transmitido pela TV foi em 1974, no México (masculino) e Japão (feminino).
  9. O Mundial masculino de 2014 está marcado para a Polônia, enquanto que a edição feminina será realizada na Itália
  10. Os jogos do Mundial masculino de vôlei serão transmitidos para o Brasil pelo canal a cabo Sportv

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A caminho da Turquia (2)


Resultados dos amistosos preparatórios para o Campeonato Mundial masculino de basquete da Turquia, com início marcado para o próximo dia 28. Jogos disputados nesta terça-feira :

Sérvia 82 x 81 Eslovênia (21 x 27; 17 x 24; 23 x 14; 21 x 16)
Grécia 123 x 49 Canadá (27 x 6; 31 x 14; 25 x 12; 40 x 17)
Espanha 84 x 68 Brasil (21 x 11; 23 x 23; 20 x 21; 20 x 13)

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Os grupos do Campeonato Mundial feminino de vôlei de 2010, no Japão


Foram sorteados nesta terça-feira os grupos do Campeonato Mundial feminino de vôlei, marcado para acontecer entre os dias 29 de outubro e 14 de novembro de 2010, no Japão.

Atual campeã olímpica, a seleção brasileira irá integrar na primeira fase o Grupo B, com sede na cidade de Hamamatsu, onde terá a Itália como principal adversária. Vale lembrar que as italianas derrotaram o time brasileiro na final da Copa dos Campeões, no início de novembro. A estreia do Brasil será no dia 29/10, diante do Quênia.

Confira abaixo os grupos:

Grupo A (Tóquio)
Japão
Sérvia
Polônia
Peru
Argélia
Costa Rica

Grupo B (Hamamatsu)
Brasil
Itália
Holanda
Quênia
Porto Rico
Rep. Tcheca

Grupo C (Matsumoto)
EUA
Cuba
Alemanha
Cazaquistão
Tailândia
Croácia

Grupo D (Osaka)
China
Rússia
Coréia do Sul
Rep. Dominicana
Turquia
Canadá

Foto: Divulgação/FIVB

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Vôlei em busca do ano perfeito


Coluna Diário Esportivo, publicada na edição de 13 de novembro do Diário de S. Paulo

Depois de muitos anos amargando a condição de coadjuvante da vitoriosa seleção masculina de vôlei, chegou a vez das mulheres. A bola está com o time de José Roberto Guimarães e ninguém pode negar. Na temporada de 2009, a seleção brasileira feminina ganhou os seis torneios que disputou. E parte firme rumo à conquista do sétimo título, o da Copa dos Campeões, no Japão, onde já venceu os três jogos que disputou. A nova taça já poderá vir na madrugada de amanhã, diante da Itália, em Fukuoka, na partida que servirá como uma espécie de decisão antecipada da competição.

Nada mais justo que as garotas brasileiras passem a desfrutar dos mimos e elogios que a turma de Bernardinho e cia. há tanto tempo estão acostumados. O inesquecível título olímpico conquistado em Pequim-2008 fez com que a seleção feminina mudasse de status no cenário internacional e até mesmo interno. O próprio DIÁRIO publicou no ano passado a informação que por causa da medalha de ouro na China, as jogadoras ganharam da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) o direito de viajar de primeira classe nos voos internacionais, regalia exclusiva da seleção masculina adulta.

Um cenário bem diferente do que existia há sete anos, quando sob o comando de Marco Aurélio Motta, o vôlei feminino do Brasil vivia uma crise, graças à desistência das principais estrelas, e ficou apenas em sétimo lugar no Campeonato Mundial da Alemanha. Um vexame que dificilmente se repetirá com esta nova geração de ouro.

Foto: seleção brasileira comemora a vitória sobre a Coreia, nesta quinta-feira
Crédito: Divulgação/FIVB


A coluna Diário Esportivo, assinada por este blogueiro, é publicada às sextas-feiras no Diário de S. Paulo

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Confira a tabela do Campeonato Mundial Masculino de vôlei de 2010, na Itália


Local: Itália
Data: 25/9 a 10/10/2010
PRIMEIRA FASE
Grupo A (Milão)

25/9

Egito x Irã
Itália x Japão

26/9
Irã x Japão
Egito x Itália

27/9
Itália x Irã
Japão x Egito

Grupo B (Verona)
25/9

Brasil x Tunísia
Espanha x Cuba

26/9
Tunísia x Cua
Brasil x Espanha

27/9
Espanha x Tunísia

Cuba x Brasil

Grupo C (Modena)
25/9

Rússia x Camarões
Austrália x Porto Rico

26/9
Camarões x Porto Rico
Rússia x Austrália

27/9
Austrália x Camarões
Porto Rico x Rússia

Grupo D (Reggio Calabria)

25/9
Venezuela x Argentina
EUA x México
26/9
Argentina x México
Venezuela x EUA
27/9
EUA x Argentina
México x Venezuela
Grupo E (Turim)
25/9
França x Rep. Tcheca
Bulgária x China

26/9
Rep. Tcheca x China
França x Bulgária

27/9
Bulgária x Rep. Tcheca
China x França

Grupo F (Trieste)
25/9
Polônia x Canadá
Alemanha x Sérvia

26/9
Canadá x Sérvia
Polônia x Alemanha

27/9
Alemanha x Canadá
Sérvia x Polônia

Obs: avançam os três primeiros de cada grupo

SEGUNDA FASE
Grupo G (Catania)

A1
C2
F3


Grupo H (Milão)
B1
D3
F2


Grupo I (Catânia)
A2
B3
C1


Grupo L (Ancona)
C3
D1
E2


Grupo M (Milão)
A3
D2
E1


Grupo N (Ancona)
B2
E3
F1

Obs: avançam os dois primeiros de cada grupo

TERCEIRA FASE
Grupo O (Roma ou Florença)

G1
L2

M2

Grupo P (Roma ou Florença)
H1
I2
M1


Grupo Q (Roma ou Florença)
H2
I1
N1


Grupo R (Roma ou Florença)
G2
L1
N2


Semifinais - 1º ao 4º lugares (Roma)
P1 x Q1
O1 x R1

Semifinais - 5º ao 8º lugares (Modena)

P2 x Q2
O2 x R2

Semifinais - 9º ao 12º lugares (Florença)

P3 x Q3
O3 x R3

Decisão do 11º lugar (Florença)

Perd. P3/Q3 x Perd. O3/R3

Decisão do 9º lugar (Florença)

Venc. P3/Q3 x Venc. O3/R3

Decisão do 7º lugar (Modena)

Perd. P2/Q2 x Perd. O2/R2

Decisão do 5º lugar (Modena)

Venc. P2/Q2 x Venc. O2/R2

Decisão do 3º lugar (Roma)

Perd. P1/Q1 x Perd. O1/R1

Final (Roma)
Venc. P1/Q1 x Venc. O1/R1

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Confira quais serão os participantes dos Mundiais de vôlei de 2010

Veja abaixo quais as seleções classificadas para disputar os Campeonatos Mundiais de vôlei, masculino e feminino, que serão realizados em 2010.

Mundial masculino
Local: Itália
Período: 24/09 e 10/10
Brasil (atual campeão)
Itália (país-sede)
Porto Rico
Rússia
Alemanha
Venezuela
Tunísia
Egito
China
Austrália
Bulgária
República Checa
Polônia
França
Sérvia
Espanha
Cuba
Estados Unidos
Camarões
Japão
Irã
Canadá
México
Argentina

Mundial feminino
Local: Japão
Período: 29/10 a 14/11
Rússia (atual campeão)
Japão (país-sede)
Quênia
Argélia
China
Tailândia
Coreia do Sul
Casaquistão
Cuba
República Dominicana
Estados Unidos
Porto Rico
Canadá
Costa Rica
Brasil
Peru
Itália
República Checa
Sérvia
Croácia
Turquia
Polônia
Alemanha
Holanda

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